Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Prefeitos do RJ se mobilizam contra possível mudança nos royalties do petróleo
Costa do Sol
Prefeitos do RJ se mobilizam contra possível mudança nos royalties do petróleo
Alerj aprova ampliação do Bilhete Único Intermunicipal no RJ
Estado
Alerj aprova ampliação do Bilhete Único Intermunicipal no RJ
Eduardo Bolsonaro não comparece a interrogatório e ação no STF avança
Brasil
Eduardo Bolsonaro não comparece a interrogatório e ação no STF avança
Furto de cabos de trânsito já gera prejuízo de R$ 2 milhões no Rio em 2026
Rio de Janeiro
Furto de cabos de trânsito já gera prejuízo de R$ 2 milhões no Rio em 2026
Alerj convoca reunião de líderes para definir eleição da presidência
Política
Alerj convoca reunião de líderes para definir eleição da presidência
Lula sanciona novo Plano Nacional de Educação com metas para a próxima década
Brasil
Lula sanciona novo Plano Nacional de Educação com metas para a próxima década
Governo adia regulamentação de aplicativos por falta de consenso
Brasil
Governo adia regulamentação de aplicativos por falta de consenso

Previsão é que El Niño 2026/2027 seja o pior em 140 anos

O cenário pode levar o planeta a registrar novos recordes de temperatura até 2027.

Siga-nos no

reprodução

Novas projeções climáticas indicam o aumento da possibilidade de formação de um super El Niño ainda este ano — um cenário que pode levar o planeta a registrar novos recordes de temperatura até 2027.

Projeções do Centro Europeu de Previsão Meteorológica (ECMWF, na sigla em inglês) apontam o fenômeno como potencialmente tão intenso que pode se tornar o mais forte em 140 anos.⁣

De acordo com o professor de ciências atmosféricas Paul Roundy, da Universidade Estadual de Nova York, em Albany, em entrevista ao jornal The Washington Post, existe um risco real para a formação do mais forte El Niño em mais de um século, por conta de um fenômeno excepcionalmente intenso entre o fim de 2026 e o início de 2027.⁣

Apesar do sinal de alerta, ainda há incerteza sobre a intensidade final do fenômeno. Os próprios especialistas ressaltam que não existem dois eventos de El Niño exatamente iguais, especialmente em um contexto de aquecimento global, o que exige cautela na interpretação das projeções.

Além disso, o aquecimento global e o acúmulo de gases estufa na atmosfera vêm alterando os padrões do fenômeno.

“Por conta da crescente concentração de gases estufa, o sistema climático não consegue dissipar todo o calor lançado por um evento de El Niño antes que outro El Niño ocorra, aumentando a temperatura de novo”, explicou o meteorologista do Departamento de Defesa dos EUA, Eric Webb, em entrevista ao The Washington Post.