O Supremo Tribunal Federal (STF) tem encontrado dificuldade de intimar o deputado Mário Frias (PL-SP) para prestar informações sobre “possíveis irregularidades na execução de recursos de emendas” destinados à (ONG) Instituto Conhecer Brasil, ligada à produtora do filme “Dark Horse”.
A Suprema Corte foi acionada pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) que pediu a apuração dos repasses de emendas, incluindo de Mário Frias. Segundo Tabata haveria um “ecossistema” empresarial comandado por Karina Ferreira da Gama, produtora do filme sobre Bolsonaro .
Frias, produtor executivo do filme, teria destinado R$ 2 milhões, em duas emendas, ao Conhecer Brasil, chefiado Karina Ferreira da Gama.
Desde março, Mario Frias tem sido procurado para prestar esclarecimentos. Em maio, o oficial de Justiça procurou o deputado nos endereços indicados, mas o deputado ainda não foi localizado.
Por maio de nota, Mário Frias disse que não haver dinheiro público envolvido no filme sobre Jair Bolsonaro:
“‘Dark Horse’ é uma superprodução em padrão hollywoodiano, com 100% de capital privado, ator de primeira linha, além de diretor e roteirista de renome internacional”, disse o deputado.
Após a divulgação dos áudios em que Flávio Bolsonaro cobra dinheiro para o filme, Tabata Amaral destacou a importância de esclarecimentos.










