Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
STJ barra testemunha considerada chave pela família no novo júri de Patrícia Amieiro
Geral
STJ barra testemunha considerada chave pela família no novo júri de Patrícia Amieiro
Rotativo Digital tem nova expansão e chega a Barra, São Conrado e Tijuca
Rio de Janeiro
Rotativo Digital tem nova expansão e chega a Barra, São Conrado e Tijuca
CNH Digital vai alertar sobre pedágio free flow e facilitar pagamento
Brasil
CNH Digital vai alertar sobre pedágio free flow e facilitar pagamento
Fifa anuncia punição a jogadores envolvidos em briga na final da Copa do Mundo
Esportes
Fifa anuncia punição a jogadores envolvidos em briga na final da Copa do Mundo
Lula liga para Trump e conversa sobre tarifaço
Mundo
Lula liga para Trump e conversa sobre tarifaço
Defesa Civil do Rio dispara ‘alerta severo’ para ventos de até 90 km/h
Destaque
Defesa Civil do Rio dispara ‘alerta severo’ para ventos de até 90 km/h
Rogério Lisboa e Dudu Reina reúnem vereadores de Nova Iguaçu em apoio a Eduardo Paes e Pedro Paulo
Política
Rogério Lisboa e Dudu Reina reúnem vereadores de Nova Iguaçu em apoio a Eduardo Paes e Pedro Paulo
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Colombiana que deu banana a capoeirista na Rocinha é indiciada e foge do Brasil

Caso repete padrão de racismo cometido por estrangeiros no Rio de Janeiro e acende alerta sobre punição eficaz

Siga-nos no

Reprodução

A 11ª DP (Rocinha) indiciou oficialmente a turista colombiana que ofereceu uma banana a uma capoeirista na favela da Rocinha, localizada na Zona Sul do Rio de Janeiro. O lamentável episódio, que causou forte indignação, aconteceu no dia 26 de maio deste ano e foi flagrado em vídeo.

As imagens gravadas no local mostram o exato momento em que a mulher tenta colocar uma banana dentro da sacola usada pelos artistas para arrecadar contribuições do público após a apresentação da roda de capoeira. Diante da gravidade do ato, a Polícia Civil fluminense iniciou uma investigação imediata para identificar a autora.

No entanto, os investigadores descobriram que, logo no dia seguinte ao crime, 27 de maio, a mulher pegou um voo e saiu do Brasil com o claro objetivo de fugir da responsabilização criminal. Apesar da fuga, ela foi devidamente identificada pelas autoridades e responderá pelo crime de injúria racial.

Este episódio de preconceito aconteceu poucos meses após outro caso de grande repercussão envolvendo uma turista estrangeira na capital fluminense. No início do ano, a argentina Agostina Páez também foi indiciada por racismo após imitar um macaco e ofender verbalmente funcionários de um bar em Ipanema.

Na ocasião do caso de Ipanema, a Justiça brasileira agiu de forma mais severa no primeiro momento, determinando a apreensão do passaporte da turista argentina e a obrigatoriedade do uso de tornozeleira eletrônica para evitar que ela deixasse o território nacional antes do fim das investigações.

Posteriormente, após fechar um acordo judicial, Agostina Páez foi autorizada pela Justiça a retirar as medidas cautelares e retornar à Argentina. A liberação aconteceu mediante o pagamento de uma indenização de cerca de R$ 97 mil, valor destinado a reparar os danos causados e encerrar o processo.

A reincidência de condutas racistas por parte de visitantes estrangeiros levanta um debate urgente sobre a eficácia das punições e a sensação de impunidade. O caso da Rocinha expõe a facilidade com que criminosos conseguem burlar as leis locais e evadir-se do país antes mesmo de prestar esclarecimentos.