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Alerj retoma debate sobre leilão de imóveis e mudança na Polícia Militar

Relatório da CCJ vai revisar relação de 48 imóveis que o estado pretende vender.

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A polêmica lista de imóveis do estado do Rio de Janeiro que podem ser colocados à venda volta a ser tema de discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) nesta quarta-feira (22).

A reunião será dedicada à análise do relatório elaborado por uma comissão especial, que avaliou a relação de 48 propriedades listadas pelo governador Cláudio Castro (PL) para leilão. A vistoria sobre os bens foi concluída e precisa ser aprovada pela Alerj antes que o projeto siga para votação em plenário.

Polêmica e recuos

Quando foi apresentada, em agosto, a lista provocou forte reação política e popular. O ponto mais controverso era a inclusão do Complexo Esportivo Caio Martins, em Niterói, entre os imóveis previstos para leilão.

A pressão de deputados e autoridades locais fez o governo recuar. O deputado Vitor Junior (PDT) informou que o governador atendeu ao pedido para retirar o estádio da lista, e a expectativa é que o equipamento público fique definitivamente de fora da proposta final.

Além do Caio Martins, a lista inclui imóveis como os antigos batalhões da Polícia Militar em Botafogo e na Praça Tiradentes, um bunker utilizado por traficantes na Lapa, a área comercial da Escola de Música Villa-Lobos, a antiga sede da Ceperj, em Botafogo, e a Ilha de Pombeba, na Lagoa de Jacarepaguá.

Inicialmente, o estado esperava arrecadar até R$ 1,5 bilhão com a venda dos bens.

Reestruturação da Polícia Militar também em pauta

Na mesma reunião, a CCJ vai discutir o projeto de reestruturação do efetivo da Polícia Militar, também encaminhado por Cláudio Castro. A proposta faz parte de um pacote de medidas que foi temporariamente suspenso após questionamentos sobre as mudanças previstas.

Na semana passada, o secretário da PM, coronel Marcelo Menezes, esteve na Alerj para prestar esclarecimentos aos deputados e ajustar detalhes do texto. A expectativa é que o relatório final da CCJ seja votado ainda nesta semana, permitindo que as medidas sigam para análise em plenário.