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Brasileiros veem mais desinformação digital em temas políticos, revela pesquisa

Estudo do centro de pesquisa InternetLab aponta que 70% da população afirma não compartilhar postagens inverídicas

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reprodução

Um estudo do InternetLab, em parceria com a Rede Conhecimento Social, revela que os brasileiros percebem mais desinformação em temas ligados a eleições (37%) e política (27%) do que em assuntos do dia a dia, como preços de alimentos (11%). O levantamento, divulgado nesta segunda-feira (22/09), foi realizado em julho de 2024, com 6.065 entrevistas no Brasil e em outros 18 países da América Latina, e tem margem de erro de três pontos percentuais.

Apesar da desconfiança, os brasileiros não se limitam a consumir notícias passivamente: 77% afirmam usar mais de uma fonte de informação, e quase metade (48%) diz checar em outras plataformas conteúdos recebidos em redes sociais e aplicativos de mensagens.

“As pessoas confiam muito mais nos ciclos íntimos. Esse cenário também é influenciado pelo contexto político na América Latina, de desconfiança em relação a governos”, explica Ester Borges, consultora de desinformação do InternetLab.

A pesquisa mostra que familiares e amigos são mais citados no Brasil como fontes confiáveis do que na média da região: 24% dos entrevistados confiam em familiares (contra 18% na América Latina) e 17% em amigos. Já os especialistas e profissionais de imprensa também aparecem como referências, mas com menor peso.

Entre as ferramentas de busca e informação, o Google lidera (64%), seguido por Instagram (54%), YouTube (45%) e Facebook (23%). As redes sociais e aplicativos de mensagens são a primeira fonte de contato com notícias para 59% dos brasileiros.

Quando se trata de evitar a disseminação de fake news, 70% afirmam não compartilhar conteúdos rotulados como falsos ou enganosos.

Na comparação com outros países da América Latina, o Brasil apresenta contrastes: no México, por exemplo, 69% compartilham notícias pelo Facebook, quase o dobro do índice brasileiro (31%). Já no Cone Sul, o YouTube se destaca, enquanto na América Central e no Caribe o TikTok ganha relevância.