Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Alerj aprova projeto que amplia transparência sobre violência contra mulheres em aplicativos
Política
Alerj aprova projeto que amplia transparência sobre violência contra mulheres em aplicativos
Governo prepara alerta para 2,5 milhões de aparelhos roubados em todo o país
Brasil
Governo prepara alerta para 2,5 milhões de aparelhos roubados em todo o país
Morre Tulé Peake, diretor de arte de clássicos como Cidade de Deus e Tropa de Elite
Entretenimento
Morre Tulé Peake, diretor de arte de clássicos como Cidade de Deus e Tropa de Elite
Projeto oferece inclusão digital gratuita para mulheres idosas no Centro do Rio
Rio de Janeiro
Projeto oferece inclusão digital gratuita para mulheres idosas no Centro do Rio
Alerj inaugura espaço exclusivo para jornalistas no plenário
Estado
Alerj inaugura espaço exclusivo para jornalistas no plenário
Governo registra o PIX como marca de “Alto Renome”, após ataques dos EUA
Brasil
Governo registra o PIX como marca de “Alto Renome”, após ataques dos EUA
Agentes de força-tarefa coordenada pelo Detran RJ interditam ferro-velho irregular em Itaguaí
Região Metropolitana
Agentes de força-tarefa coordenada pelo Detran RJ interditam ferro-velho irregular em Itaguaí
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Cadastro de condenados por violência contra mulher vai ao Senado

Siga-nos no

Foto: Banco de Imagem

Segue para o Senado o projeto de lei (PL) que cria o Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Violência contra a Mulher (CNVM). O texto foi aprovado nessa quarta-feira (12) pelo plenário da Câmara e prevê a criação de uma lista pública com o nome dos condenados por violência doméstica com sentença transitada em julgada, ou seja, sem mais chances de recursos.

O PL 1.099/24, de autoria da deputada Sivye Alves (União-GO), foi relatado pelo deputado Dr. Jaziel (PL-CE) e aprovado em votação simbólica, sem manifestações contrárias ao texto.

“[O projeto] vai trazer um norte, uma orientação para as mulheres que sofreram agressões, para que não vejam as mesmas pessoas cometerem contra outras mulheres a mesma criminalidade, a mesma crueldade que aconteceu na sua vida”, disse o relator.

A deputada federal Daiana Santos (PCdoB-RS) foi uma das que elogiou a iniciativa. “Nós estamos juntas para fazer esse enfrentamento, para estruturar políticas que de fato impactem na vida dessa mulherada e para que nós tenhamos um avanço não só através desse cadastro, mas através da consciência e da participação feminina em todos os espaços”, destacou.

O cadastro deve conter os condenados pelos seguintes crimes: feminicídio; estupro; estupro de vulnerável; violação sexual mediante fraude; importunação sexual; registro não autorizado de intimidação sexual; lesão corporal praticada contra a mulher; perseguição contra a mulher; e violência psicológica contra a mulher.

Os dados do cadastro devem incluir o nome completo e os documentos de identidade (RG e CPF) do condenado, além da filiação da pessoa, identificação biométrica e fotografia de frente. Impressão digital e endereço residencial também estão previstos no texto.

Caberá ao Executivo federal gerir o cadastro, compartilhando informações dos estados, Distrito Federal e municípios. Além disso, deve haver atualização periódica e o nome da pessoa condenada deve ficar disponível até o término do cumprimento da pena ou pelo prazo de três anos, se a pena for inferior a esse período.

*Informações Agência Brasil