Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Rio alcança 2º lugar no país em autorização familiar para transplantes
Estado
Rio alcança 2º lugar no país em autorização familiar para transplantes
Cesgranrio entra na mira da PF após denúncias envolvendo o “Enem dos Concursos”
Rio de Janeiro
Cesgranrio entra na mira da PF após denúncias envolvendo o “Enem dos Concursos”
Parque Shangai vira patrimônio cultural do Rio após aprovação unânime na Câmara
Cultura
Parque Shangai vira patrimônio cultural do Rio após aprovação unânime na Câmara
Justiça do Rio barra uso de segurança oficial de ex-governadores para familiares
Estado
Justiça do Rio barra uso de segurança oficial de ex-governadores para familiares
Marcha para Jesus deve reunir milhares de fiéis e grandes nomes da música gospel no Centro do Rio
Entretenimento
Marcha para Jesus deve reunir milhares de fiéis e grandes nomes da música gospel no Centro do Rio
Ministério Público de São Paulo pede prisão preventiva de Oruam por ataque contra policiais
Brasil
Ministério Público de São Paulo pede prisão preventiva de Oruam por ataque contra policiais
Ricardo Couto anuncia pagamento de recomposição salarial para professores da rede estadual
Estado
Ricardo Couto anuncia pagamento de recomposição salarial para professores da rede estadual
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Câmara do Rio aprova protocolos contra violência infantil inspirados na Lei Henry Borel

Projeto prevê atuação integrada entre saúde, educação e assistência social para proteger crianças

Siga-nos no

Foto: Divulgação

A Câmara Municipal do Rio aprovou, nesta quarta-feira (1º/04), um projeto que cria protocolos de prevenção e enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes na rede municipal, com base na Lei Henry Borel. A proposta agora segue para sanção do prefeito Eduardo Cavaliere.

De autoria do vereador Leniel Borel, o texto determina que órgãos de saúde, educação e assistência social atuem de forma integrada na identificação e notificação de casos de violência.

A medida também estabelece a criação de fluxos de escuta especializada, com o objetivo de evitar a revitimização — quando a criança precisa repetir diversas vezes o relato da agressão — além de prever a capacitação de profissionais para reconhecer sinais de maus-tratos.

Segundo o autor, a iniciativa representa um avanço na proteção da infância ao adaptar a legislação federal à realidade do município.

A nova lei ainda depende de regulamentação e previsão orçamentária para ser implementada. Se sancionada, a expectativa é que passe a valer em até 60 dias.