Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Turismo no Rio movimenta R$ 17 bilhões e recebe 1,3 milhão de estrangeiros no primeiro semestre
Rio de Janeiro
Turismo no Rio movimenta R$ 17 bilhões e recebe 1,3 milhão de estrangeiros no primeiro semestre
Brasil permanece fora do Mapa da Fome e registra menor índice de insegurança alimentar da história
Brasil
Brasil permanece fora do Mapa da Fome e registra menor índice de insegurança alimentar da história
PF intima Jaques Wagner para depor em investigação sobre negociação de apartamento
Política
PF intima Jaques Wagner para depor em investigação sobre negociação de apartamento
Governo do Rio exonera 173 cargos após fusão de secretárias de Agricultura
Estado
Governo do Rio exonera 173 cargos após fusão de secretárias de Agricultura
Quase toda a Zona Sul do Rio tem praias impróprias para banho, aponta Inea
Rio de Janeiro
Quase toda a Zona Sul do Rio tem praias impróprias para banho, aponta Inea
Incêndio atinge depósito da Águas do Rio em Queimados e é controlado pelos bombeiros
Baixada Fluminense
Incêndio atinge depósito da Águas do Rio em Queimados e é controlado pelos bombeiros
União de Maricá amplia parceria para levar legado de Darcy Ribeiro à Sapucaí
Maricá
União de Maricá amplia parceria para levar legado de Darcy Ribeiro à Sapucaí
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Câmara vota PL que proíbe shows que contenham apologia ao crime

O objetivo é garantir que recursos públicos não financiem shows com mensagens que glorificam o tráfico ou o crime organizado.

Siga-nos no

Reprodução
A Câmara Municipal do Rio vota nesta terça (14) o Projeto de Lei Complementar 16/2025, apelidado de “Lei anti-Oruam”, que pretende proibir a contratação de artistas e eventos que façam apologia ao crime ou ao uso de drogas, especialmente em apresentações abertas ao público infantojuvenil.

A proposta é de autoria dos vereadores Pedro Duarte (Novo) e Talita Galhardo (PSDB), e precisa passar por duas votações com intervalo de 48 horas para seguir à sanção do prefeito.

Segundo os autores, o objetivo é garantir que recursos públicos não financiem shows com mensagens que glorificam o tráfico ou o crime organizado. “Uma coisa é liberdade de expressão; outra é o poder público pagar, com dinheiro do contribuinte, espetáculos que cultuam o tráfico”, disse Pedro Duarte.

O projeto ganhou o apelido por referência ao rapper Oruam (nome artístico de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno), filho de Marcinho VP, chefe do Comando Vermelho, condenado por assassinato e tráfico. O artista tem tatuagens em homenagem ao pai e ao traficante Elias Maluco, e suas letras já motivaram polêmicas sobre apologia ao crime.

Propostas semelhantes estão sendo discutidas em São Paulo e também no Congresso Nacional, em projeto apresentado pelo deputado Kim Kataguiri (União Brasil-SP).