Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Rádio Manchete desembarca na Cidade do Rock e inicia cobertura especial
Entretenimento
Rádio Manchete desembarca na Cidade do Rock e inicia cobertura especial
Prefeitura do Rio anuncia projeto de revitalização para a Bangu
Rio de Janeiro
Prefeitura do Rio anuncia projeto de revitalização para a Bangu
Faetec abre 12 mil vagas gratuitas em cursos técnicos no RJ
Estado
Faetec abre 12 mil vagas gratuitas em cursos técnicos no RJ
Benedita lidera disputa pelo Senado no Rio, aponta pesquisa Vetor Arrow
Política
Benedita lidera disputa pelo Senado no Rio, aponta pesquisa Vetor Arrow
Ibama autoriza Petrobras a perfurar mais três poços na Foz do Amazonas
Brasil
Ibama autoriza Petrobras a perfurar mais três poços na Foz do Amazonas
Canella lidera ranking para deputado estadual e novas mudanças aparecem na Alerj
Política
Canella lidera ranking para deputado estadual e novas mudanças aparecem na Alerj
Rio entra em Estágio 2 por causa da operação do Rock in Rio
Rio de Janeiro
Rio entra em Estágio 2 por causa da operação do Rock in Rio
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Corpo encontrado com tiro no rosto não é de “Japinha do CV”, diz polícia

ovem conhecida como “Penélope” ou “Japinha do CV” não está entre as vítimas identificadas da megaoperação que deixou mais de 120 mortos na Região Metropolitana do Rio

Siga-nos no

Reprodução

A polícia confirmou nesta segunda-feira (3) que o corpo encontrado com roupa camuflada e colete tático durante a megaoperação na Região Metropolitana do Rio de Janeiro não pertence à jovem conhecida como “Penélope” ou “Japinha do CV”. A mulher, apontada como integrante do Comando Vermelho, não aparece na lista oficial de mortos divulgada pela Polícia Civil.

De acordo com áudios obtidos pela coluna Na Mira, o corpo seria de um homem ainda não identificado. As autoridades reforçaram que, entre os 115 mortos oficialmente reconhecidos, não há mulheres. O paradeiro da “Japinha do CV” permanece desconhecido.

A jovem ganhou notoriedade nas redes sociais após circular uma imagem em que ela aparecia armada e vestida com uniforme militar. Após a operação, começaram a ser compartilhadas fotos de um corpo com o rosto desfigurado, atribuídas falsamente a ela. A Polícia Civil nunca confirmou a morte, e familiares chegaram a pedir o fim da disseminação das imagens.

A megaoperação, considerada a mais letal da história do país, foi realizada para conter o avanço do Comando Vermelho e cumprir mandados de prisão nas comunidades do Alemão e da Penha. Segundo a Polícia Civil, entre os mortos identificados, 59 tinham mandados de prisão e pelo menos 97 possuíam histórico criminal. A investigação sobre as circunstâncias das mortes segue sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios da Capital, com acompanhamento do Ministério Público.