Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Pesquisa CNT aponta Lula à frente de Flávio Bolsonaro em cenário de 2º turno
Política
Pesquisa CNT aponta Lula à frente de Flávio Bolsonaro em cenário de 2º turno
Sorteio do Carnaval 2027 terá show de Dudu Nobre e entrada solidária
Carnaval
Sorteio do Carnaval 2027 terá show de Dudu Nobre e entrada solidária
Sesc promove semana de atividades gratuitas por Dia Mundial do Lazer
Região Metropolitana
Sesc promove semana de atividades gratuitas por Dia Mundial do Lazer
Operação Detro aplica 20 autos de infração em transporte intermunicipal no Vale do Café
Médio Paraíba
Operação Detro aplica 20 autos de infração em transporte intermunicipal no Vale do Café
Gilmar Mendes e Flávio Dino criticam relatório da CPI do Crime Organizado
Brasil
Gilmar Mendes e Flávio Dino criticam relatório da CPI do Crime Organizado
Mangaratiba inaugura nova creche em Itacuruçá após anos de obra parada
Costa Verde
Mangaratiba inaugura nova creche em Itacuruçá após anos de obra parada
Barra vai ganhar 83 novas câmeras de monitoramento até junho
Rio de Janeiro
Barra vai ganhar 83 novas câmeras de monitoramento até junho

Corpo encontrado com tiro no rosto não é de “Japinha do CV”, diz polícia

ovem conhecida como “Penélope” ou “Japinha do CV” não está entre as vítimas identificadas da megaoperação que deixou mais de 120 mortos na Região Metropolitana do Rio

Siga-nos no

Reprodução

A polícia confirmou nesta segunda-feira (3) que o corpo encontrado com roupa camuflada e colete tático durante a megaoperação na Região Metropolitana do Rio de Janeiro não pertence à jovem conhecida como “Penélope” ou “Japinha do CV”. A mulher, apontada como integrante do Comando Vermelho, não aparece na lista oficial de mortos divulgada pela Polícia Civil.

De acordo com áudios obtidos pela coluna Na Mira, o corpo seria de um homem ainda não identificado. As autoridades reforçaram que, entre os 115 mortos oficialmente reconhecidos, não há mulheres. O paradeiro da “Japinha do CV” permanece desconhecido.

A jovem ganhou notoriedade nas redes sociais após circular uma imagem em que ela aparecia armada e vestida com uniforme militar. Após a operação, começaram a ser compartilhadas fotos de um corpo com o rosto desfigurado, atribuídas falsamente a ela. A Polícia Civil nunca confirmou a morte, e familiares chegaram a pedir o fim da disseminação das imagens.

A megaoperação, considerada a mais letal da história do país, foi realizada para conter o avanço do Comando Vermelho e cumprir mandados de prisão nas comunidades do Alemão e da Penha. Segundo a Polícia Civil, entre os mortos identificados, 59 tinham mandados de prisão e pelo menos 97 possuíam histórico criminal. A investigação sobre as circunstâncias das mortes segue sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios da Capital, com acompanhamento do Ministério Público.