Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Estação do BRT em Magalhães Bastos retoma funcionamento após incêndio
Rio de Janeiro
Estação do BRT em Magalhães Bastos retoma funcionamento após incêndio
Justiça dá ganho a Antonio Fagundes em processo por atraso de espectadores
Famosos
Justiça dá ganho a Antonio Fagundes em processo por atraso de espectadores
Vereadores de Nova Iguaçu realizam doação de sangue em homenagem a colega assassinado
Nova Iguaçu
Vereadores de Nova Iguaçu realizam doação de sangue em homenagem a colega assassinado
Ruas reage a decisão do STF com cautela e mantém expectativa por julgamento definitivo
Política
Ruas reage a decisão do STF com cautela e mantém expectativa por julgamento definitivo
Fifa descarta proposta de Trump para incluir Itália na Copa no lugar do Irã
Esportes
Fifa descarta proposta de Trump para incluir Itália na Copa no lugar do Irã
Estudante é presa no Rio por se passar por médica com CRM de profissional homônima
Rio de Janeiro
Estudante é presa no Rio por se passar por médica com CRM de profissional homônima
Diretor e ex-ator mirim Fabiano Vannucci morre aos 53 anos no Rio
Famosos
Diretor e ex-ator mirim Fabiano Vannucci morre aos 53 anos no Rio

Desigualdade recua no Brasil, mas país ainda aparece em ranking dos mais desiguais do mundo

Queda reflete programas sociais e mercado de trabalho mais forte.

Siga-nos no

Depois de ficar parada em 2023, a desigualdade de renda voltou a cair em 2024 e atingiu o menor nível da série histórica, segundo a nova Síntese de Indicadores Sociais do IBGE. O índice de Gini passou de 0,517 para 0,504, resultado impulsionado tanto pela melhora do mercado de trabalho quanto pela ação de programas sociais que elevaram a renda das faixas mais baixas. Ainda assim, o Brasil continua entre os países mais desiguais do mundo.

O levantamento mostra que, sem benefícios sociais, o Gini seria 7,5% maior. A renda dos 40% mais pobres cresceu 4,3% em 2024, enquanto a dos 10% mais ricos caiu 3,2%. Na comparação direta, os mais ricos ganham 3,3 vezes mais que os mais pobres, proporção menor do que a registrada no ano anterior. Entre 2023 e 2024, quem mais sentiu melhora foram os grupos de menor renda: os 10% mais pobres tiveram aumento de 13,2%, enquanto o topo da pirâmide avançou apenas 1,6%.

Mesmo com a queda, o cenário internacional coloca o Brasil entre os países com maior disparidade de renda dentro da OCDE, atrás apenas da Costa Rica. Para o IBGE, a combinação de mercado aquecido, crescimento de 3,7% na renda do trabalho e reforço dos programas sociais ajudou a reduzir pobreza e extrema pobreza, impulsionando a queda recente na desigualdade.