Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Quaest aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro e Lula na véspera do segundo turno
Destaque
Quaest aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro e Lula na véspera do segundo turno
Brasileiros residentes no exterior já começam a votar no segundo turno
Mundo
Brasileiros residentes no exterior já começam a votar no segundo turno
Nexus/BTG: Flávio tem 50,5% de votos válidos no 2º turno; Lula, 49,5%
Eleições 2026
Nexus/BTG: Flávio tem 50,5% de votos válidos no 2º turno; Lula, 49,5%
Governo monitora crimes eleitorais, desinformação e violência política no 2º turno
Eleições 2026
Governo monitora crimes eleitorais, desinformação e violência política no 2º turno
Cedae faz nova manutenção no Guandu e afeta abastecimento na Zona Oeste
Rio de Janeiro
Cedae faz nova manutenção no Guandu e afeta abastecimento na Zona Oeste
Lula discursa para multidão na Paulista; Flávio reúne legião na Barra da Tijuca em últimos atos de campanha
Destaque
Lula discursa para multidão na Paulista; Flávio reúne legião na Barra da Tijuca em últimos atos de campanha
Lula arrasta multidão em Copacabana; Flávio participa de ato em Belo Horizonte, MG
Destaque
Lula arrasta multidão em Copacabana; Flávio participa de ato em Belo Horizonte, MG
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Desigualdade recua no Brasil, mas país ainda aparece em ranking dos mais desiguais do mundo

Queda reflete programas sociais e mercado de trabalho mais forte.

Siga-nos no

Depois de ficar parada em 2023, a desigualdade de renda voltou a cair em 2024 e atingiu o menor nível da série histórica, segundo a nova Síntese de Indicadores Sociais do IBGE. O índice de Gini passou de 0,517 para 0,504, resultado impulsionado tanto pela melhora do mercado de trabalho quanto pela ação de programas sociais que elevaram a renda das faixas mais baixas. Ainda assim, o Brasil continua entre os países mais desiguais do mundo.

O levantamento mostra que, sem benefícios sociais, o Gini seria 7,5% maior. A renda dos 40% mais pobres cresceu 4,3% em 2024, enquanto a dos 10% mais ricos caiu 3,2%. Na comparação direta, os mais ricos ganham 3,3 vezes mais que os mais pobres, proporção menor do que a registrada no ano anterior. Entre 2023 e 2024, quem mais sentiu melhora foram os grupos de menor renda: os 10% mais pobres tiveram aumento de 13,2%, enquanto o topo da pirâmide avançou apenas 1,6%.

Mesmo com a queda, o cenário internacional coloca o Brasil entre os países com maior disparidade de renda dentro da OCDE, atrás apenas da Costa Rica. Para o IBGE, a combinação de mercado aquecido, crescimento de 3,7% na renda do trabalho e reforço dos programas sociais ajudou a reduzir pobreza e extrema pobreza, impulsionando a queda recente na desigualdade.