Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Morre aos 98 anos Luiz Carlos Barreto, produtor que ajudou a transformar o cinema brasileiro
Rio de Janeiro
Morre aos 98 anos Luiz Carlos Barreto, produtor que ajudou a transformar o cinema brasileiro
Flip 2026 começa hoje com forte presença brasileira
Cultura
Flip 2026 começa hoje com forte presença brasileira
PRF apreende cerca de 50kg de maconha na RJ-106
Rio de Janeiro
PRF apreende cerca de 50kg de maconha na RJ-106
STJ decide que homicídio de vítima com filhos menores pode aumentar pena do condenado
Brasil
STJ decide que homicídio de vítima com filhos menores pode aumentar pena do condenado
Governo cria novas regras para feriados e mantém setores autorizados
Economia
Governo cria novas regras para feriados e mantém setores autorizados
Niterói recebe o 15º Encontro Internacional de Capoeira neste fim de semana
Niterói
Niterói recebe o 15º Encontro Internacional de Capoeira neste fim de semana
Justiça dos EUA propõe começar julgamento de Maduro em junho de 2027
Mundo
Justiça dos EUA propõe começar julgamento de Maduro em junho de 2027
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

EUA ameaçam agir unilateralmente na América Latina em combate a cartéis

Declaração do secretário de Defesa ocorre após acordo com 16 países e levanta críticas sobre risco à soberania na região

Siga-nos no

Foto: U.S. Southern Command/Divulgação

O governo dos Estados Unidos afirmou que pode atuar sozinho em países da América Latina no combate a cartéis de drogas, caso considere necessário. A declaração foi feita durante a Conferência das Américas de Combate aos Cartéis, realizada na última quinta-feira (5), em Doral, na Flórida.

O encontro reuniu representantes de 16 países latino-americanos e foi liderado pelo secretário de Defesa norte-americano, Pete Hegseth. Segundo ele, Washington prefere atuar em parceria com os governos da região, mas não descarta uma ação unilateral.

A declaração gerou preocupação entre especialistas. O professor de geopolítica da Escola Superior de Guerra, Ronaldo Carmona, classificou a fala como uma ameaça grave à soberania dos países latino-americanos. Segundo ele, ao retomar princípios da Doutrina Monroe — que defende a predominância dos Estados Unidos no continente — o governo norte-americano pode abrir espaço para intervenções na região.

Durante a conferência, autoridades americanas também defenderam maior cooperação militar e acesso a áreas consideradas estratégicas.

Governos como os do Brasil e do México têm defendido que o combate ao narcotráfico deve ocorrer com cooperação entre os países, mas sempre respeitando a soberania nacional.

Enquanto isso, nações como Paraguai e Equador vêm ampliando acordos de segurança com Washington para enfrentar organizações criminosas ligadas ao tráfico de drogas.

*Informações Agência Brasil