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Exposição conta a história da construção do MAM do Rio de Janeiro

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Foto: ;Acervo MAM Rio / Divulgação

No dia 22 de julho, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) irá inaugurar a exposição MAM Rio: Origem e construção. A ideia é mostrar toda a história da instituição desde sua fundação, a partir de 1948, até a construção de sua sede permanente, entre 1954 e 1967.

Serão cerca de 160 itens documentais – entre fotografias, cartas, jornais, estatutos, croquis, plantas baixas e folders –, que destacam o conceito do projeto do edifício e a sua materialização, realizada pelo arquiteto Affonso Eduardo Reidy e da engenheira Carmen Portinho. O acervo foi composto por uma seleção da área de Pesquisa e Documentação da própria instituição, com contribuições dos arquivos dos Museus Castro Maya.

“O material a ser apresentado reflete como o museu foi concebido e evoluiu ao longo dos primeiros anos, contando com o envolvimento de pessoas do Rio de Janeiro e de diversos outros lugares que colaboraram na construção dessas ideias”, disse Pablo Lafuente, diretor artístico. “Além disso, vemos como o processo se manifestou nas sedes provisórias e foi concluído na construção da sede permanente no Aterro do Flamengo”, acrescenta.

História do MAM Rio em ordem cronológica 

Para contar a trajetória do MAM Rio, o espaço será organizado cronologicamente com dez mesas. A mesa Ato de fundação contempla a fase embrionária do projeto, com a ata de constituição, os primeiros estatutos e a documentação sobre a formação inicial do museu.

Já a mesa Morada temporária aborda o período em que o MAM Rio ocupou o Palácio Capanema, trazendo fotografias da montagem do espaço e de sua inauguração com a primeira exposição, chamada Acervo, e da 1ª Bienal de São Paulo (1952).

Enquanto isso, O núcleo original apresenta as pessoas envolvidas no processo de formação do museu, como Gustavo Capanema, Walther Moreira Salles, Francisco Matarazzo Sobrinho e Carlos Drummond de Andrade.

Já as mesas Uma sede própria e O MAM Rio e seu entorno abordam a sede definitiva, com textos do arquiteto Affonso Eduardo Reidy e de Roberto Burle Marx, responsável pelo paisagismo dos jardins. A segunda mesa mencionada contém uma fotomontagem e plantas baixas que revelam a posição do museu em perspectiva com o centro e a Baía de Guanabara.

Em A estaca fundamental estão documentos e fotografias referentes desde à tratativa de doação do terreno do museu e ao desmonte do morro de Santo Antônio até o espaço que seria aterrado. Na mesma mesa, há imagens do início das obras e um texto da engenheira Carmen Portinho sobre o processo da construção da sede.

Em Metal e concreto, o público verá relatórios da construção dos blocos Escola e de Exposições. Já Rede de conexões explora a relação do museu com diferentes personalidades, como os arquitetos Le Corbusier e Lina Bo Bardi, os políticos Jânio Quadros e Nelson Rockefeller, a atriz Cacilda Becker, o compositor Heitor Villa-Lobos e as artistas Lygia Clark, Anita Malfatti e Djanira.

A abertura da sede definitiva é finalizada com a exibição de mais duas mesas. A inauguração celebra a abertura do Bloco Escola, que contou com uma série de cerimônias para marcar a inauguração do museu e da primeira mostra no espaço do MAM Rio. Dentre as fotografias destacadas estão a da plantação das palmeiras em frente ao edifício e a do jantar na residência de Raymundo Ottoni, de Castro Maya.

Por fim, Bloco de Exposições conclui o projeto artístico e expositivo do museu através de publicações, de fotografias da inauguração da mostra retrospectiva de Lasar Segall, em setembro de 1967, e de toda a comunicação acerca da conclusão da construção do Bloco de Exposições.

Inauguração da sede provisória do MAM Rio e da exposição “Acervo” e da primeira Bienal de São Paulo — Foto: Acervo MAM Rio / Divulgação

Exposição incentiva visita à biblioteca

Todo o evento faz parte do projeto Bibliotecas em Rede – Laboratório de Leituras, na qual a ideia é incentivar o acesso à área de leitura e educativa da própria instituição. A iniciativa também realizará serviços de restauração, indexação, catalogação e digitalização do acervo bibliográfico.

 

“Enquanto a biblioteca passa por um processo de reformulação do seu espaço físico, MAM Rio: Origem e construção disponibiliza livros sobre assuntos diversos, cópias de títulos presentes no acervo do museu, criando um espaço de leitura e partilha”, finalizou o diretor artístico Pablo.

 

Serviço MAM Rio: Origem e construção

Quando: 22 de julho a 3 de dezembro.
Local: MAM Rio – Av. Infante Dom Henrique, 85, Aterro do Flamengo, Rio de Janeiro, RJ.
Horário: de quarta a domingo (incluindo feriados), das 10h às 18h.
Ingressos: R$ 20 para adultos e R$ 10 para crianças, estudantes e idosos.