Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Polícia Federal investiga venda de dados pessoais de ministros do STF
Brasil
Polícia Federal investiga venda de dados pessoais de ministros do STF
Brasil inicia uso de novo tratamento contra malária em crianças
Saúde
Brasil inicia uso de novo tratamento contra malária em crianças
Justiça mantém prisão de dois jovens acusados de estupro coletivo em Copacabana
Rio de Janeiro
Justiça mantém prisão de dois jovens acusados de estupro coletivo em Copacabana
Câmara do Rio homenageia magistrada e cientista por contribuição à sociedade
Política
Câmara do Rio homenageia magistrada e cientista por contribuição à sociedade
Banqueiro investigado por fraude bilionária é transferido para presídio no interior de São Paulo
Brasil
Banqueiro investigado por fraude bilionária é transferido para presídio no interior de São Paulo
Taxa de desocupação fica em 5,4% e renda média do trabalhador bate recorde no Brasil
Brasil
Taxa de desocupação fica em 5,4% e renda média do trabalhador bate recorde no Brasil
Laudo confirma violência sexual em adolescente vítima de estupro coletivo em Copacabana
Geral
Laudo confirma violência sexual em adolescente vítima de estupro coletivo em Copacabana

Fim da pacificação acirra embates na Câmara de Campos

Siga-nos no
Foto: Reprodução

O anúncio do fim da pacificação política de Campos, logo no começo da sessão desta terça-feira (10), esquentou os embates na Câmara. Para além da abertura da CPI da Educação, a base, maioria na Casa, reprovou pedidos da oposição que tentava convocar secretários do governo Wladimir Garotinho (sem partido) para esclarecimentos na Casa. Vice-líder do governo na Casa, Juninho Virgílio utilizou a tribuna para cobrar dos vereadores de oposição que entreguem os cargos que têm na Prefeitura.

O primeiro requerimento de convocação foi do presidente da Fundação Municipal de Esportes (FME), Luciano Viana. O objetivo era esclarecer o episódio no qual um veículo oficial estava parado em um restaurante em Rio Bonito. O caso, segundo o vídeo que viralizou nas redes sociais, ocorreu no domingo. Na sequência, o requerimento era para convocar o ex-presidente da Câmara, Fábio Ribeiro (PSD), atual secretário de Obras, para falar em relação à sinalização das vias que passam por obras no município.

A base, que é maioria, reprovou os dois pedidos. Líder do governo, Álvaro Oliveira (PSD) disse que é a favor a tudo que precisa ser apurado, mas que é contra a uma convocação dos titulares das pastas, antes de um convite. A oposição questionou que outros convites foram propostos, mas que não havia retorno por parte do estafe administrativo.

Depois de muitas trocas de farpas, e discursos irônicos, entre vereadores da base e da oposição. Marquinho Bacellar (SD), presidente da Casa, reafirmou que está encerrada a pacificação. “O que está aqui é claro: pacificação acabou! Quem gosta de paz é pomba branca. A gente vai trazer os problemas aqui, e vão ser mostrados os problemas aqui. Doa a quem doer”, afirmou.

Vice-líder do governo, Juninho Virgílio rebateu: “Foi bom que foi avisado que essa pacificação acabou. Na verdade, eu também não queria ficar nessa pacificação ‘caracu’”, pontuou. Houve confusão no plenário, já que Marquinho Bacellar interrompeu a fala de Juninho, pedindo para retirar de ata o termo, e houve manifestações. Algumas pessoas foram retiradas da plateia;

O vice-líder prosseguiu: “Mantenho o que falei. O prefeito várias vezes tentou a pacificação, foi várias ofendido ele e a família. Se controlou. (…) Hoje nós fomos pegos de surpresa, como fomos pegos na LDO. (…) Se a pacificação acabou, e vocês informaram isso a gente agora, abrindo CPI, que vocês tenham a hombridade, de quem tá na oposição que tem cargo, que tem secretaria (no governo), que entregue. Eu vou cobrar isso do prefeito. Vocês têm cargos no governo e ficam aí atacando a todo tempo”.

Marquinho Bacellar disse que o fim da pacificação já estava claro. “Eu acho que desde 12, pelo menos, os vereadores já sabiam que não tinha mais a pacificação, porque o prefeito não atendeu o pedido do presidente para uma reunião geral. (…) Como essa pacificação foi costurada lá pela capital, com o governador, presidente da Alerj e prefeito, fui ao Rio e comuniquei que o prefeito não estava mais nos atendendo”, pontuou.

O blog já tentou contato com Wladimir sobre o fim da pacificação e também a abertura da CPI. Mas não houve resposta até o momento.