Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Iza deixa posto na Imperatriz e assume nova função na escola
Carnaval
Iza deixa posto na Imperatriz e assume nova função na escola
STF vê falta de transparência em emendas e manda investigar repasses à Fundação Oásis
Brasil
STF vê falta de transparência em emendas e manda investigar repasses à Fundação Oásis
Câmara do Rio debate violência contra a mulher, nesta terça-feira (31)
Rio de Janeiro
Câmara do Rio debate violência contra a mulher, nesta terça-feira (31)
Campanha de Páscoa mobiliza doações para crianças com doenças cardíacas no Rio
Rio de Janeiro
Campanha de Páscoa mobiliza doações para crianças com doenças cardíacas no Rio
Suspeito de matar policial do Bope morre após ser baleado no Rio
Rio de Janeiro
Suspeito de matar policial do Bope morre após ser baleado no Rio
Ancelotti afirma que lesões mudaram programação da Seleção Brasileira
Seleção Brasileira
Ancelotti afirma que lesões mudaram programação da Seleção Brasileira
Hotéis sofrem com cancelamento ás vésperas da Copa do Mundo
Esportes
Hotéis sofrem com cancelamento ás vésperas da Copa do Mundo

Informalidade entre jovens de 16 e 17 anos diminui no país, segundo IBGE

Em ano de crescimento recorde, comércio foi o grupo econômico que puxou avanço de trabalho infantil em 2024

Siga-nos no

Reprodução

Em um universo de 1,09 milhão de pessoas com 16 e 17 anos de idade que exerceram atividade econômica no ano passado, 756 mil estava em ocupações informais. O dado mostra uma taxa de informalidade de 69,4%, a menor já registrada pela série histórica apurada pelo IBGE e iniciada em 2016.

Em 2023, o índice era de 73,3%, após ter chegado a um pico de 76,3% em 2022, na sequência à pandemia.

Ao avaliar o avanço do trabalho infantil por grupamento de trabalho, o comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas foi aquele que puxou o movimento, somando 359 mil pessoas, ou 43 mil a mais que em 2023. Importante lembrar que, em 2024, o comércio registrou crescimento de 4,7%, a maior alta desde 2012, quando começa a série que mede o desempenho do indicador no IBGE.

Dos jovens em trabalho infantil no ano passado, 30,2% estavam no comércio, ante a 26,6% um ano antes. Agricultura, indústria e alojamento e alimentação registraram recuo, enquanto serviços domésticos subiu de 6,5% para 7,1%.

Ao olhar para os dados por faixas etárias, na de 16 e 17 anos, o contingente no comércio saltou em 30 mil pessoas de um ano para o outro, alcançando 263 mil em 2024. Já na faixa de 14 e 15 anos chama atenção o aumento desses adolescentes em serviços domésticos, com aumento de 19 mil em 2023 para 34 mil no ano passado.

A pesquisa mostra que, em 2024, o trabalho infantil subiu em três das cinco macrorregiões do Brasil: Sul (13,57%), Nordeste (7,25%) e Centro-Oeste (3,37%). No acumulado desde 2016, contudo, todas registram uma redução nos números, com exceção do Centro-Oeste, com alta de 7%. Para o Nordeste, a queda é de 27,1%. O maior contingente de crianças e adolescentes em trabalho infantil por região foi registrado no Nordeste, de 547 mil. Em termos de percentual, porém, a maior fatia de pessoas nessa situação é a do Norte, com 6,2%. A menor é a do Sudeste, 3,3%.