A Justiça do Rio de Janeiro decidiu manter, nesta segunda-feira (20/04), a prisão de Monique Medeiros durante audiência de custódia realizada no presídio de Benfica, na Zona Norte.
Ré pela morte do filho, Henry Borel, ela havia se entregado à polícia horas antes, após determinação do Supremo Tribunal Federal. A decisão que restabeleceu a prisão foi do ministro Gilmar Mendes.
Durante a audiência, o juiz determinou que Monique passe por avaliação médica antes de ser transferida para o Instituto Penal Talavera Bruce, no complexo de Bangu, na Zona Oeste. A análise deve considerar o uso contínuo de medicamentos, segundo a defesa.
O caso remonta a março de 2021, quando o menino morreu com sinais de agressão em um apartamento na Barra da Tijuca. De acordo com as investigações, a causa da morte foi hemorragia interna.
O Ministério Público aponta o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior como autor das agressões e sustenta que Monique foi omissa. A defesa nega as acusações e afirma que ela também era vítima.
O julgamento do caso está marcado para o dia 25 de maio.






