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Márcia Nepomuceno é investigada em operação contra o Comando Vermelho; polícia mantém buscas pelo cantor

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Foto: Reprodução

A Justiça do Rio de Janeiro concedeu, nesta terça-feira (07), habeas corpus a Márcia Nepomuceno, mãe do trapper Oruam, retirando sua condição de foragida. A decisão foi tomada pelo desembargador Marcus Basílio, da 7ª Câmara Criminal.

Márcia é companheira de Marcinho VP e vinha sendo procurada desde março, quando foi alvo da Operação Contenção Red Legacy. A ação teve como objetivo cumprir mandados contra integrantes e suspeitos de colaborar com o Comando Vermelho.

Operação e investigações

Durante a operação, sete pessoas foram presas, incluindo o vereador Salvino Oliveira, que acabou sendo liberado posteriormente. Os agentes também tentavam localizar Oruam e um sobrinho de Marcinho VP, identificado como Landerson.

Segundo a polícia, a investigação busca desarticular a estrutura nacional do Comando Vermelho, apontado como uma organização com atuação interestadual e características semelhantes às de um cartel. Há ainda indícios de cooperação com o Primeiro Comando da Capital, o PCC.

Defesa contesta acusações

A defesa de Márcia Nepomuceno afirma que não há provas que sustentem as acusações. Os advogados destacam que ela já foi alvo de outra operação anteriormente, mas acabou absolvida — decisão que foi mantida após recurso do Ministério Público.

Os defensores também ressaltam que Márcia é servidora pública concursada, não possui antecedentes criminais e tem patrimônio compatível com sua renda. Segundo a defesa, ela criou os filhos sozinha e nenhum deles tem envolvimento com atividades ilícitas.

Papel apontado pela polícia

De acordo com as investigações, Marcinho VP seguiria exercendo influência dentro da facção mesmo após anos no sistema prisional, integrando um núcleo de liderança.

A polícia aponta que Márcia atuaria como intermediária de interesses do grupo fora da prisão, facilitando a troca de informações e articulações. Já Landerson seria responsável por conectar lideranças da facção a membros que atuam em comunidades e em atividades econômicas ligadas ao grupo.

Enquanto isso, Oruam permanece foragido desde fevereiro, e as autoridades continuam as buscas para encontrá-lo.