Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Nova concessão promete transformar transporte público e ampliar frota em Macaé
Norte Fluminense
Nova concessão promete transformar transporte público e ampliar frota em Macaé
Site e aplicativo do Detran-RJ ficarão fora do ar
Rio de Janeiro
Site e aplicativo do Detran-RJ ficarão fora do ar
SEOP apreende veículos irregulares no BRT Transbrasil e remove entulho
Rio de Janeiro
SEOP apreende veículos irregulares no BRT Transbrasil e remove entulho
Lô Borges terá lançamento de álbum póstumo “A Estrada” com músicas inéditas
Entretenimento
Lô Borges terá lançamento de álbum póstumo “A Estrada” com músicas inéditas
Polícia investiga morte de homem na Lapa após ele sair com duas mulheres
Rio de Janeiro
Polícia investiga morte de homem na Lapa após ele sair com duas mulheres
Governo simplifica recuperação de conta do Gov.br
Brasil
Governo simplifica recuperação de conta do Gov.br
Flamengo e Botafogo garantem classificação; Vasco perde de virada
Botafogo
Flamengo e Botafogo garantem classificação; Vasco perde de virada
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Justiça pode acabar com cobrança de laudêmio que afeta 60 mil imóveis em Botafogo

O processo foi movido em 1998 pela Associação de Moradores e Amigos de Botafogo

Siga-nos no

reprodução

O Tribunal de Justiça do Rio marcou para o dia 10 de junho o julgamento de uma ação civil pública que pode impactar milhares de proprietários de imóveis em Botafogo, na Zona Sul da capital.

O processo foi movido em 1998 pela Associação de Moradores e Amigos de Botafogo (Amab) e questiona a cobrança de foro e laudêmio sobre cerca de 60 mil imóveis do bairro.

As taxas são cobradas em imóveis localizados em trechos de ruas tradicionais da região, como São Clemente, Voluntários da Pátria, São João Batista, Sorocaba e Dona Mariana. Em alguns casos, o laudêmio pode representar até 2,5% do valor de venda do imóvel.

Segundo a ação, os valores são destinados à família Silva Porto, em razão de antigos direitos ligados ao período em que a área fazia parte de uma sesmaria.

De acordo com a Amab, a disputa judicial já dura quase três décadas. Ao longo desse período, diversos proprietários conseguiram decisões favoráveis na Justiça para anular a cobrança individualmente.