Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Quaest aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro e Lula na véspera do segundo turno
Destaque
Quaest aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro e Lula na véspera do segundo turno
Brasileiros residentes no exterior já começam a votar no segundo turno
Mundo
Brasileiros residentes no exterior já começam a votar no segundo turno
Nexus/BTG: Flávio tem 50,5% de votos válidos no 2º turno; Lula, 49,5%
Eleições 2026
Nexus/BTG: Flávio tem 50,5% de votos válidos no 2º turno; Lula, 49,5%
Governo monitora crimes eleitorais, desinformação e violência política no 2º turno
Eleições 2026
Governo monitora crimes eleitorais, desinformação e violência política no 2º turno
Cedae faz nova manutenção no Guandu e afeta abastecimento na Zona Oeste
Rio de Janeiro
Cedae faz nova manutenção no Guandu e afeta abastecimento na Zona Oeste
Lula discursa para multidão na Paulista; Flávio reúne legião na Barra da Tijuca em últimos atos de campanha
Destaque
Lula discursa para multidão na Paulista; Flávio reúne legião na Barra da Tijuca em últimos atos de campanha
Lula arrasta multidão em Copacabana; Flávio participa de ato em Belo Horizonte, MG
Destaque
Lula arrasta multidão em Copacabana; Flávio participa de ato em Belo Horizonte, MG
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Moraes dá prazo para defesa de Collor explicar tornozeleira desligada

Ministro alerta para possibilidade de prisão preventiva do ex-presidente

Siga-nos no

reprodução

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, deu cinco dias para que a defesa de Fernando Collor explique por que a tornozeleira eletrônica do ex-presidente ficou desligada por cerca de 36 horas em maio, descumprindo medida cautelar. Moraes alertou que o descumprimento pode levar à prisão preventiva.

O relatório do Centro de Monitoramento Eletrônico de Pessoas de Alagoas foi enviado apenas em outubro, cinco meses após o desligamento. O ministro também deu 48 horas para que a Secretaria de Ressocialização explique a demora na comunicação.

Collor, condenado a 8 anos e 10 meses por corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa na Lava Jato, cumpre a pena em regime domiciliar desde maio de 2025. O ex-presidente tem diagnóstico de Parkinson, privação crônica de sono e transtorno bipolar, o que justificou a prisão domiciliar.

Além do monitoramento eletrônico, Collor tem visitas restritas e passaportes suspensos para evitar fuga do país. A decisão do STF confirma o cumprimento da pena após o trânsito em julgado do caso.