O mundo do samba e do pagode amanheceu mais silencioso com a confirmação da morte de Robson Silva de Oliveira, o Binho Percussão, na última sexta-feira (17). O músico de 55 anos era integrante histórico do grupo Pique Novo, que comunicou o falecimento e prestou homenagens ao artista por meio de suas redes sociais.
Binho estava afastado das apresentações desde 2025 devido a complicações de uma lesão na coluna. O problema de saúde comprometeu sua mobilidade, levando-o ao uso de cadeira de rodas e interrompendo uma carreira de décadas na estrada. A causa específica do óbito, no entanto, ainda não foi divulgada oficialmente.
DNA do Samba e do Pagode
A trajetória de Binho foi marcada pelo ecletismo dentro do gênero. No Pique Novo, foi essencial na criação da identidade sonora que levou o grupo ao topo das paradas nos anos 90 e 2000. No Carnaval: Levou sua técnica para a Sapucaí como mestre de bateria da Beija-Flor de Nilópolis, reforçando seu respeito entre os sambistas de raiz.
O último adeus ao percussionista acontece neste domingo (19), no Rio de Janeiro, no Cemitério São Francisco Xavier. O velório será a partir das 10h30, na Sala E. O sepultamento está marcado para as 13h.






