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Morre Oscar Schmidt, ídolo eterno do basquete, aos 68 anos

Ao longo de mais de 15 anos, Oscar enfrentou um tumor cerebral

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reprodução

O ex-jogador de basquete Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos, em Santana do Parnaíba, na Grande São Paulo, após passar mal.

Ele foi levado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA).

Em nota, a família de Oscar lamentou a morte e lembrou sua trajetória. O velório e enterro serão restritos à família e amigos.

“É com profundo pesar que comunicamos o falecimento de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial e uma figura de imenso significado humano e esportivo. Ao longo de mais de 15 anos, Oscar enfrentou com coragem, dignidade e resiliência a sua batalha contra um tumor cerebral, mantendo-se como exemplo de determinação, generosidade e amor à vida.

Os familiares agradecem, sensibilizados, todas as manifestações de carinho, respeito e solidariedade recebidas, e solicitam a compreensão de todos quanto à necessidade de privacidade neste momento de luto. Seu legado permanecerá vivo na memória coletiva e na história do esporte, assim como no coração de todos que foram tocados por sua trajetória.”

No dia 8 de abril, Oscar foi dos homenageados pelo Comitê Olímpico do Brasil na cerimônia do Hall da Fama, no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Segundo o jornal “O Globo”, o ídolo não esteve presente no evento porque se recuperava de uma cirurgia. Com isso, foi representado por seu filho Felipe Schmidt, que falou sobre a emoção de ter o pai celebrado pelo COB.

Com uma precisão lendária nos arremessos de longa distância, Oscar é o recordista absoluto de pontos na modalidade. Ao longo de 25 temporadas como profissional, ele acumulou 49.973 pontos somando suas passagens por clubes e pela seleção brasileira.

Nas Olimpíadas, o brasileiro também deixou uma marca imbatível ao disputar cinco edições seguidas, entre 1980 e 1996. Ele é o maior pontuador da história dos Jogos, com um total de 1.093 pontos acumulados no principal torneio esportivo do planeta.

Durante a edição de Seul, em 1988, o ala protagonizou exibições que entraram para os livros de história. Em um desses confrontos, Oscar anotou 55 pontos contra a seleção da Espanha, estabelecendo o recorde de pontuação em uma única partida olímpica.

reprodução redes sociais

Ainda nos Jogos de Seul 1988, o “Mão Santa” teve outra atuação de gala ao converter 55 pontos em uma partida histórica. O feito reforçou sua imagem como um dos jogadores mais dominantes de todos os tempos.

O momento mais emblemático de sua carreira pela seleção brasileira foi a conquista da medalha de ouro no Pan-Americano de Indianápolis, em 1987. Na final, o Brasil venceu os Estados Unidos por 120 a 115, impondo a primeira derrota caseira dos norte-americanos.

Além do ouro no Pan, Oscar ajudou o Brasil a conquistar a medalha de bronze no Mundial de 1978, nas Filipinas. Pela equipe nacional, foram 326 partidas oficiais e 7.693 pontos marcados em uma trajetória que durou entre os anos de 1977 e 1996.

Um capítulo marcante de sua vida foi a recusa em jogar na NBA, apesar dos convites recebidos. Na época, os atletas da liga norte-americana eram impedidos de defender suas seleções, e o jogador optou por continuar representando o Brasil em torneios internacionais.

O basquete mundial perdeu um de seus maiores ícones nesta sexta-feira (17). Oscar Schmidt, o eterno “Mão Santa”, morreu aos 68 anos após sofrer um mal-estar. Ele chegou a ser levado ao Hospital Municipal Santa Ana (HMSA), em São Paulo, mas não resistiu pouco tempo depois do atendimento.

Com uma precisão lendária nos arremessos de longa distância, Oscar é o recordista absoluto de pontos na modalidade. Ao longo de 25 temporadas como profissional, ele acumulou 49.973 pontos somando suas passagens por clubes e pela seleção brasileira.

Nas Olimpíadas, o brasileiro também deixou uma marca imbatível ao disputar cinco edições seguidas, entre 1980 e 1996. Ele é o maior pontuador da história dos Jogos, com um total de 1.093 pontos acumulados no principal torneio esportivo do planeta.

Durante a edição de Seul, em 1988, o ala protagonizou exibições que entraram para os livros de história. Em um desses confrontos, Oscar anotou 55 pontos contra a seleção da Espanha, estabelecendo o recorde de pontuação em uma única partida olímpica.

Ainda nos Jogos de Seul 1988, o “Mão Santa” teve outra atuação de gala ao converter 55 pontos em uma partida histórica. O feito reforçou sua imagem como um dos jogadores mais dominantes de todos os tempos.

O momento mais emblemático de sua carreira pela seleção brasileira foi a conquista da medalha de ouro no Pan-Americano de Indianápolis, em 1987. Na final, o Brasil venceu os Estados Unidos por 120 a 115, impondo a primeira derrota caseira dos norte-americanos.

Além do ouro no Pan, Oscar ajudou o Brasil a conquistar a medalha de bronze no Mundial de 1978, nas Filipinas. Pela equipe nacional, foram 326 partidas oficiais e 7.693 pontos marcados em uma trajetória que durou entre os anos de 1977 e 1996.

Um capítulo marcante de sua vida foi a recusa em jogar na NBA, apesar dos convites recebidos. Na época, os atletas da liga norte-americana eram impedidos de defender suas seleções, e o jogador optou por continuar representando o Brasil em torneios internacionais.

Nascido em Natal (RN), em 1958, o craque construiu boa parte de seu prestígio atuando no Brasil e no basquete europeu, especialmente na Itália. Sua morte encerra uma trajetória de recordes mundiais e um legado inigualável para a bola laranja.