Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Rádio Manchete desembarca na Cidade do Rock e inicia cobertura especial
Entretenimento
Rádio Manchete desembarca na Cidade do Rock e inicia cobertura especial
Prefeitura do Rio anuncia projeto de revitalização para a Bangu
Rio de Janeiro
Prefeitura do Rio anuncia projeto de revitalização para a Bangu
Faetec abre 12 mil vagas gratuitas em cursos técnicos no RJ
Estado
Faetec abre 12 mil vagas gratuitas em cursos técnicos no RJ
Benedita lidera disputa pelo Senado no Rio, aponta pesquisa Vetor Arrow
Política
Benedita lidera disputa pelo Senado no Rio, aponta pesquisa Vetor Arrow
Ibama autoriza Petrobras a perfurar mais três poços na Foz do Amazonas
Brasil
Ibama autoriza Petrobras a perfurar mais três poços na Foz do Amazonas
Canella lidera ranking para deputado estadual e novas mudanças aparecem na Alerj
Política
Canella lidera ranking para deputado estadual e novas mudanças aparecem na Alerj
Rio entra em Estágio 2 por causa da operação do Rock in Rio
Rio de Janeiro
Rio entra em Estágio 2 por causa da operação do Rock in Rio
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

MPF é acionado após liquidação do Banco Master expor risco ao Rioprevidência

Fundo tinha R$ 2,6 bilhões aplicados no conglomerado

Siga-nos no

Foto: Reprodução

O deputado Flávio Serafini acionou o Ministério Público Federal para investigar o risco aos aposentados e pensionistas do Rioprevidência após a liquidação do Banco Master pelo Banco Central. Segundo o TCE-RJ, o fundo tinha R$ 2,618 bilhões aplicados no conglomerado até julho, mais de um quarto de todos os investimentos.

Com a liquidação, parte desses recursos pode enfrentar dificuldade de recuperação. A representação afirma que a direção do Rioprevidência ignorou alertas públicos sobre risco de crédito e concentração, mantendo posições mesmo quando grandes bancos reduziram a exposição ao Master.

O documento também aponta que o fundo se tornou único cotista de investimentos caros e de baixo desempenho, alguns rendendo abaixo do CDI e da poupança. Há ainda aplicações em fundos sem histórico e irregularidades na forma de uso dos recursos, como extrapolação de limites e falhas de transparência.

Serafini pede investigação de possível gestão temerária do diretor-presidente Deivis Marcon Antunes e do ex-diretor de Investimentos Euchério Lerner Rodrigues. Ele solicita quebra de sigilos, auditoria independente, bloqueio de bens, afastamento de gestores e rastreamento dos fluxos ligados ao Master.

A representação lembra que o TCE já havia proibido novas aplicações no conglomerado e sugeriu ao governo avaliar intervenção na gestão do fundo. O tribunal citou fragilidade nas decisões e falta de respostas adequadas aos órgãos de controle.