Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Projeto oferece inclusão digital gratuita para mulheres idosas no Centro do Rio
Rio de Janeiro
Projeto oferece inclusão digital gratuita para mulheres idosas no Centro do Rio
Alerj inaugura espaço exclusivo para jornalistas no plenário
Estado
Alerj inaugura espaço exclusivo para jornalistas no plenário
Governo registra o PIX como marca de “Alto Renome”, após ataques dos EUA
Brasil
Governo registra o PIX como marca de “Alto Renome”, após ataques dos EUA
Agentes de força-tarefa coordenada pelo Detran RJ interditam ferro-velho irregular em Itaguaí
Região Metropolitana
Agentes de força-tarefa coordenada pelo Detran RJ interditam ferro-velho irregular em Itaguaí
Papa Leão XIV celebra missa na Sagrada Família e inaugura nova torre em Barcelona
Mundo
Papa Leão XIV celebra missa na Sagrada Família e inaugura nova torre em Barcelona
Prefeitura garante tradicional festa do Alzirão durante a Copa
Rio de Janeiro
Prefeitura garante tradicional festa do Alzirão durante a Copa
União de Maricá fecha Darcy Ribeiro como enredo para estreia no Grupo Especial
Carnaval
União de Maricá fecha Darcy Ribeiro como enredo para estreia no Grupo Especial
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Pais pedem exumação para confirmar se bebê enterrado como indigente é o filho deles

Após dois meses de dúvidas e contradições, casal busca um exame de DNA para encerrar o luto e esclarecer o que aconteceu no Hospital Albert Schweitzer

Siga-nos no

Reprodução

Dois meses após perder o bebê durante a gestação, o casal Gabriel do Nascimento e Jheneffer Morais ainda tenta encontrar respostas sobre o destino do corpo. O filho, que teria morrido no ventre de Jheneffer no Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, foi enterrado como indigente, e agora os pais pedem na Justiça a exumação para realizar um exame de DNA que confirme se os restos mortais são realmente do bebê.

O advogado da família, Eduardo Cavalcanti, explicou que o processo judicial já está em andamento e inclui também um pedido de indenização por danos morais contra o hospital e a agência funerária. “Não há certeza de que o corpo sepultado seja o do filho do casal. A confirmação só virá com a análise genética após a exumação”, afirmou.

Jheneffer, de 21 anos, foi internada no fim de agosto com fortes dores e sofreu um aborto espontâneo no sexto mês de gravidez. Segundo o laudo médico, a causa foi anóxia intrauterina, quando há falta de oxigênio para o feto. Após a alta, os pais foram informados que o bebê seria destinado a sepultamento social, prática comum em casos em que a família não pode arcar com custos funerários.

No dia do enterro, porém, o corpo havia desaparecido. O hospital e a funerária se eximiram de responsabilidade, e o caso foi encerrado pela polícia após constar que o bebê teria sido enterrado no Cemitério São Francisco Xavier. Sem provas concretas, Gabriel e Jheneffer esperam que a Justiça traga a confirmação que falta para, enfim, se despedirem do filho com tranquilidade.