Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Empresária do Paraná vende bolão premiado na Quina de São João na última hora
Brasil
Empresária do Paraná vende bolão premiado na Quina de São João na última hora
Rio institui o primeiro “Dia da Praia” com maior mutirão de limpeza 
Rio de Janeiro
Rio institui o primeiro “Dia da Praia” com maior mutirão de limpeza 
Venezuela: número de mortos sobe para 1.719 e novo tremor assusta o país
Mundo
Venezuela: número de mortos sobe para 1.719 e novo tremor assusta o país
Greve dos rodoviários no Rio segue por tempo indeterminado nesta terça-feira
Rio de Janeiro
Greve dos rodoviários no Rio segue por tempo indeterminado nesta terça-feira
Economia do Estado mantém crescimento e supera média do Sudeste em 2026
Estado
Economia do Estado mantém crescimento e supera média do Sudeste em 2026
STF arquiva investigações contra parlamentares do PL sobre o 8 de Janeiro
Política
STF arquiva investigações contra parlamentares do PL sobre o 8 de Janeiro
Rio inaugura trilha em unidade de conservação na Ilha das Cargarras 
Rio de Janeiro
Rio inaugura trilha em unidade de conservação na Ilha das Cargarras 
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Rio teve mais mortes do que nascimentos em 2025

Os dados são do Portal da Transparência do Registro Civil

Siga-nos no

Reprodução

O Rio de Janeiro entrou em 2025 num grupo pequeno — e simbólico — de capitais brasileiras onde morreu mais gente do que nasceu. O dado aparece no Portal da Transparência do Registro Civil, em levantamento reunido pelo Poder360 com base nas informações disponíveis nos cartórios.

Além do Rio, Porto Alegre também registrou mais mortes do que nascimentos em 2025. No caso da capital gaúcha, a diferença foi mínima, de 17 ocorrências, e a cidade já vive esse cenário desde 2020. No Rio, segundo o levantamento, esse tipo de inversão aconteceu em três dos últimos seis anos.

Quando o foco sai da capital e vai para o estado, o alerta fica ainda mais alto: o Estado do Rio de Janeiro teve, em 2025, apenas 1,1 nascimento para cada morte — a menor “taxa de reposição” do país no período. O Rio Grande do Sul aparece em seguida, com 1,2.

Do outro lado do mapa, estados como Amazonas (4,1) e Amapá (4,0) registraram as maiores proporções, chegando perto de quatro nascimentos para cada morte. Entre as capitais, a distância também é grande: Teresina liderou com 4,81 nascimentos por morte, seguida por Macapá, com 3,89.

Por que isso importa 
O tema tem impacto direto na economia e na vida prática. Menos nascimentos hoje significam menos gente entrando no mercado de trabalho nas próximas décadas e, em tese, mais pressão sobre a conta da Previdência.