Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Queda de energia afeta circulação de todos os ramais de trem no Rio
Rio de Janeiro
Queda de energia afeta circulação de todos os ramais de trem no Rio
Virginia Fonseca deixa posto de rainha de bateria da Grande Rio
Carnaval
Virginia Fonseca deixa posto de rainha de bateria da Grande Rio
Barcas adiam restrição a patinetes e ciclomotores após confusão nas estações
Estado
Barcas adiam restrição a patinetes e ciclomotores após confusão nas estações
Assaí abre cerca de 340 vagas de emprego em cidades do Rio de Janeiro
Empregos
Assaí abre cerca de 340 vagas de emprego em cidades do Rio de Janeiro
Fachin defende sigilo de fonte e anuncia análise de decisão de Moraes pelo plenário do STF
Brasil
Fachin defende sigilo de fonte e anuncia análise de decisão de Moraes pelo plenário do STF
TV Globinho está de volta em edição especial do Criança Esperança
Entretenimento
TV Globinho está de volta em edição especial do Criança Esperança
TRE-RJ inicia plantão especial para as Eleições 2026
Política
TRE-RJ inicia plantão especial para as Eleições 2026
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

STJ decide que gestores públicos não podem usar perfis pessoais para divulgar atos administrativos

O entendimento é de que essa prática pode configurar promoção pessoal indevida

Siga-nos no

Reprodução

Em decisão recente, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) reforçou que prefeitos e demais gestores públicos não podem utilizar suas redes sociais pessoais para divulgar obras, programas ou ações da administração municipal com fins promocionais.

O entendimento é de que essa prática pode configurar promoção pessoal indevida, ferindo a Constituição Federal e podendo levar a condenações por improbidade administrativa.

O alerta do STJ foi motivado por uma ação contra o ex-prefeito de São Paulo, João Doria, acusado de usar suas redes sociais para promover o programa “Asfalto Novo”, com imagens publicitárias custeadas com recursos públicos. Para os ministros, a conduta representou indícios de uso da máquina pública para autopromoção, o que justifica a continuidade da ação por improbidade, já que viola os princípios da impessoalidade e moralidade na administração pública.

Outro ponto que agrava a situação é o possível envolvimento de servidores públicos ou uso de recursos pagos com dinheiro do contribuinte na produção e gestão desse conteúdo nas redes pessoais. Nesse caso, os tribunais podem entender que houve desvio de finalidade, utilizando serviços contratados para fins institucionais em benefício privado do gestor, o que contraria o artigo 37 da Constituição.

O recado do STJ é claro: redes sociais pessoais não devem servir como palanque político. A comunicação oficial precisa manter caráter educativo, informativo ou de orientação social, sem exaltar individualmente os gestores.