Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Empresária do Paraná vende bolão premiado na Quina de São João na última hora
Brasil
Empresária do Paraná vende bolão premiado na Quina de São João na última hora
Rio institui o primeiro “Dia da Praia” com maior mutirão de limpeza 
Rio de Janeiro
Rio institui o primeiro “Dia da Praia” com maior mutirão de limpeza 
Venezuela: número de mortos sobe para 1.719 e novo tremor assusta o país
Mundo
Venezuela: número de mortos sobe para 1.719 e novo tremor assusta o país
Greve dos rodoviários no Rio segue por tempo indeterminado nesta terça-feira
Rio de Janeiro
Greve dos rodoviários no Rio segue por tempo indeterminado nesta terça-feira
Economia do Estado mantém crescimento e supera média do Sudeste em 2026
Estado
Economia do Estado mantém crescimento e supera média do Sudeste em 2026
STF arquiva investigações contra parlamentares do PL sobre o 8 de Janeiro
Política
STF arquiva investigações contra parlamentares do PL sobre o 8 de Janeiro
Rio inaugura trilha em unidade de conservação na Ilha das Cargarras 
Rio de Janeiro
Rio inaugura trilha em unidade de conservação na Ilha das Cargarras 
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

ECA Digital impõe regras para influenciadores mirins e exige autorização judicial para monetização

Famílias terão 90 dias para se adequar; plataformas deverão remover conteúdos sem permissão

Siga-nos no

Foto: Reprodução

Famílias de influenciadores mirins terão prazo de 90 dias para obter autorização judicial que permita a monetização de perfis nas redes sociais. A medida faz parte da regulamentação do chamado ECA Digital, assinada nesta quarta-feira pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Pelas novas regras, plataformas digitais deverão exigir a autorização da Justiça para conteúdos que explorem, de forma recorrente, a imagem ou a rotina de crianças e adolescentes. Caso a exigência não seja cumprida, as empresas serão obrigadas a retirar o material do ar.

O decreto também proíbe a monetização de conteúdos que exponham menores a situações constrangedoras, degradantes ou que violem seus direitos. A obrigatoriedade passa a valer após o período de adaptação de três meses.

A regulamentação integra o ECA Digital, conjunto de normas que amplia a proteção de crianças e adolescentes no ambiente online. A legislação estabelece ainda medidas como verificação de idade em serviços sensíveis e restrições a ferramentas consideradas potencialmente prejudiciais, como reprodução automática de vídeos e rolagem infinita de conteúdo.

Além disso, o governo federal criou o Centro Nacional de Proteção à Criança e ao Adolescente, vinculado à Polícia Federal, que será responsável por centralizar denúncias de crimes digitais envolvendo menores. Outra medida prevê o fortalecimento da Autoridade Nacional de Proteção de Dados, que ficará encarregada de fiscalizar o cumprimento das regras.

Ao anunciar as mudanças, Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o país passa a contar com uma das legislações mais avançadas do mundo para proteger crianças e adolescentes na internet, reforçando o combate a crimes como exploração, abuso e violência no ambiente digital.