Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Lula zera a ‘Taxa das Blusinhas’
Política
Lula zera a ‘Taxa das Blusinhas’
Irmã do líder do tráfico na Lapa é presa no Centro do Rio
Estado
Irmã do líder do tráfico na Lapa é presa no Centro do Rio
RJ:Começa a vacinação contra Covid com dose atualizada para idosos e gestantes
Rio de Janeiro
RJ:Começa a vacinação contra Covid com dose atualizada para idosos e gestantes
Senado aprova renovação automática da CNH para motoristas sem infrações
Brasil
Senado aprova renovação automática da CNH para motoristas sem infrações
Justiça Eleitoral abre cadastro para mesários voluntários nas eleições de 2026
Brasil
Justiça Eleitoral abre cadastro para mesários voluntários nas eleições de 2026
Prefeitura reorganiza comércio ambulante e melhora acesso ao Hospital Cardoso Fontes, em Jacarepaguá
Rio de Janeiro
Prefeitura reorganiza comércio ambulante e melhora acesso ao Hospital Cardoso Fontes, em Jacarepaguá
Mega-Sena terá pausa nos sorteios para concurso especial de 30 anos com prêmio de R$ 150 milhões
Brasil
Mega-Sena terá pausa nos sorteios para concurso especial de 30 anos com prêmio de R$ 150 milhões
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Influenciadora argentina é julgada no Rio por acusação de injúria racial

Audiência ocorre nesta terça (24) na Justiça fluminense; defesa afirma que ré reconhece erro e demonstra arrependimento

Siga-nos no

Agostina na 11ª DP (Rocinha). Foto: Henrique Coelho/g1 Rio

A advogada e influenciadora argentina Agostina Páez é julgada nesta terça-feira (24) pela Justiça do Rio de Janeiro, em um processo que apura a prática de injúria racial. A audiência de instrução e julgamento acontece na 37ª Vara Criminal, e o caso tramita em segredo de justiça.

De acordo com denúncia do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, a acusada teria feito ofensas racistas contra funcionários de um bar na Zona Sul da cidade no início do ano. Segundo a promotoria, ela utilizou termos de forma pejorativa, incluindo a palavra “mono” — que em espanhol significa macaco — além de imitar gestos do animal.

Ainda conforme o órgão, outras expressões ofensivas também teriam sido dirigidas a mais dois funcionários, o que levou à caracterização de três crimes. Um vídeo com a cena circulou nas redes sociais e motivou a investigação da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, que indiciou a advogada.

A prisão preventiva chegou a ser decretada após o recebimento da denúncia, sob o argumento de risco de fuga e repetição das ofensas. Agostina Páez foi presa no dia 6 de fevereiro, mas acabou liberada poucas horas depois por decisão da própria Vara Criminal. Desde então, permanece no Brasil com uso de tornozeleira eletrônica.

A promotora Fabíola Tardin Costa afirmou que o foco da acusação está na responsabilização e reparação do dano causado, além de reforçar o compromisso do país no combate ao racismo.

Já a defesa, representada pela advogada Carla Junqueira, declarou que a cliente reconhece a conduta inadequada, demonstra arrependimento e pediu desculpas. Segundo ela, há expectativa de que eventuais punições possam ser convertidas em medidas alternativas, com a ré respondendo ao processo em liberdade.