Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Lula zera a ‘Taxa das Blusinhas’
Política
Lula zera a ‘Taxa das Blusinhas’
Irmã do líder do tráfico na Lapa é presa no Centro do Rio
Estado
Irmã do líder do tráfico na Lapa é presa no Centro do Rio
RJ:Começa a vacinação contra Covid com dose atualizada para idosos e gestantes
Rio de Janeiro
RJ:Começa a vacinação contra Covid com dose atualizada para idosos e gestantes
Senado aprova renovação automática da CNH para motoristas sem infrações
Brasil
Senado aprova renovação automática da CNH para motoristas sem infrações
Justiça Eleitoral abre cadastro para mesários voluntários nas eleições de 2026
Brasil
Justiça Eleitoral abre cadastro para mesários voluntários nas eleições de 2026
Prefeitura reorganiza comércio ambulante e melhora acesso ao Hospital Cardoso Fontes, em Jacarepaguá
Rio de Janeiro
Prefeitura reorganiza comércio ambulante e melhora acesso ao Hospital Cardoso Fontes, em Jacarepaguá
Mega-Sena terá pausa nos sorteios para concurso especial de 30 anos com prêmio de R$ 150 milhões
Brasil
Mega-Sena terá pausa nos sorteios para concurso especial de 30 anos com prêmio de R$ 150 milhões
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

STJ proíbe cancelamento sem justificativa de planos de saúde com até 30 usuários

Decisão obriga operadoras a apresentar motivo para rescisão e amplia proteção a pacientes e pequenos grupos

Siga-nos no

Foto: Reprodução

O Superior Tribunal de Justiça decidiu que operadoras de saúde não poderão mais cancelar, de forma unilateral e sem justificativa, planos com até 30 beneficiários. A medida determina que a rescisão só será permitida em casos com motivo válido, como inadimplência ou fraude.

A decisão fortalece a proteção dos usuários, especialmente daqueles vinculados a contratos coletivos de pequeno porte — comuns entre microempresas e grupos familiares que utilizam CNPJ para contratar o serviço.

No Brasil, o setor de saúde suplementar funciona ao lado do Sistema Único de Saúde e é regulado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar. Dentro desse sistema, os planos com até 30 vidas costumam ser enquadrados como coletivos por adesão.

Esses contratos, muitas vezes chamados de “falsos coletivos”, vinham sendo cancelados por operadoras com base em critérios comerciais, inclusive em situações em que havia pacientes em tratamento contínuo ou em estado grave.

Especialistas apontam que a decisão do STJ traz mais segurança jurídica e protege principalmente usuários em tratamentos prolongados, como pacientes com câncer, que enfrentam dificuldades para migrar de plano devido à baixa oferta de opções individuais.

Apesar da mudança, o entendimento não impede o cancelamento dos contratos, mas exige que ele seja devidamente justificado. Além disso, a Justiça mantém o entendimento de que pacientes internados ou em tratamento de doenças graves devem continuar assistidos mesmo após eventual rescisão.

A Associação Brasileira de Planos de Saúde informou que acompanha os efeitos da decisão, que deve impactar a relação entre operadoras e consumidores, trazendo mais transparência e equilíbrio ao setor.