Caminhoneiros recuaram da ameaça de paralisação após reunião no Palácio do Planalto nesta quarta-feira (25), com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos.
A categoria afirma que, neste momento, não há motivo para greve e que a prioridade será pressionar o Congresso Nacional pela garantia do piso mínimo do frete.
Já o governo promete endurecer: a medida provisória prevê multas e até a perda do registro para empresas que não cumprirem o pagamento mínimo.
Boulos também criticou o aumento do diesel e responsabilizou distribuidoras e governos estaduais. Segundo ele, os caminhoneiros não podem pagar pela “ganância” do setor nem pela falta de ação sobre o ICMS.
“Os caminhoneiros não podem pagar o preço da irresponsabilidade e da ganância dessas distribuidoras que tão aumentando o preço artificialmente, mesmo com a isenção do PIS/Cofins pelo presidente Lula”, declarou o ministro.
Participaram da reunião o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Guilherme Sampaio, e lideranças sindicais do setor.






