Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Lula zera a ‘Taxa das Blusinhas’
Política
Lula zera a ‘Taxa das Blusinhas’
Irmã do líder do tráfico na Lapa é presa no Centro do Rio
Estado
Irmã do líder do tráfico na Lapa é presa no Centro do Rio
RJ:Começa a vacinação contra Covid com dose atualizada para idosos e gestantes
Rio de Janeiro
RJ:Começa a vacinação contra Covid com dose atualizada para idosos e gestantes
Senado aprova renovação automática da CNH para motoristas sem infrações
Brasil
Senado aprova renovação automática da CNH para motoristas sem infrações
Justiça Eleitoral abre cadastro para mesários voluntários nas eleições de 2026
Brasil
Justiça Eleitoral abre cadastro para mesários voluntários nas eleições de 2026
Prefeitura reorganiza comércio ambulante e melhora acesso ao Hospital Cardoso Fontes, em Jacarepaguá
Rio de Janeiro
Prefeitura reorganiza comércio ambulante e melhora acesso ao Hospital Cardoso Fontes, em Jacarepaguá
Mega-Sena terá pausa nos sorteios para concurso especial de 30 anos com prêmio de R$ 150 milhões
Brasil
Mega-Sena terá pausa nos sorteios para concurso especial de 30 anos com prêmio de R$ 150 milhões
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

PSD recorre ao STF e defende eleição direta para governo do RJ

Partido de Eduardo Paes questiona decisão do TSE e aponta possível manobra na renúncia de Cláudio Castro

Siga-nos no

Foto: Reprodução

O PSD, legenda do prefeito Eduardo Paes, acionou o Supremo Tribunal Federal para contestar a decisão do Tribunal Superior Eleitoral que determinou a realização de eleição indireta para o mandato-tampão no governo do Rio de Janeiro. O partido defende que a escolha do novo governador seja feita por voto direto.

Na ação, o PSD também pede que o governador em exercício, Ricardo Couto, seja formalmente comunicado para convocar eleições diretas, sob organização do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro.

A sigla questiona ainda a renúncia do ex-governador Cláudio Castro, ocorrida na véspera de seu julgamento no TSE. Segundo o partido, a saída do cargo teria sido uma estratégia para evitar a cassação e alterar o modelo de eleição previsto.

No documento enviado ao STF, o PSD argumenta que houve tentativa de “fraude à lei” e desrespeito à soberania popular, ao retirar da população o direito de escolher diretamente o novo chefe do Executivo estadual.

A crise política se intensificou após a renúncia de Castro, em um cenário sem vice-governador. Isso porque Thiago Pampolha havia deixado o cargo anteriormente para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do Estado.

Antes de renunciar, Castro havia sido condenado pelo TSE por abuso de poder político e econômico, com decisão que o tornava inelegível por oito anos. No entanto, como deixou o cargo antes da conclusão do julgamento, a Corte considerou prejudicada a cassação do mandato.

O principal ponto da disputa jurídica é o formato da eleição. A legislação eleitoral prevê voto direto em casos de cassação a mais de seis meses do fim do mandato. Por outro lado, situações de dupla vacância — sem governador e vice — podem permitir eleições indiretas, conforme legislação estadual.

No Rio de Janeiro, uma norma aprovada pela Assembleia Legislativa prevê esse modelo indireto, mas a regra também é questionada no STF em outro processo ainda em análise. Para o PSD, a interpretação atual compromete o princípio democrático ao limitar a participação popular na escolha do novo governador.