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Cmed autoriza reajuste e remédios podem subir até 3,8%

Aumento começa a valer nesta quarta (1º) e terá impacto médio abaixo da inflação, segundo regras do governo

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Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Os preços dos medicamentos no Brasil poderão sofrer reajuste a partir desta quarta-feira (1º), com aumentos que variam entre 1,13% e 3,81%. A definição é da Câmara de Regulação de Mercado de Medicamentos (Cmed), responsável por estabelecer o teto anual de preços do setor.

A estimativa é de um reajuste médio de 1,95%, abaixo da inflação acumulada nos últimos 12 meses, medida pelo IPCA, que ficou em 3,81%.

O aumento, no entanto, não ocorre de forma automática nem imediata, já que depende de autorização do governo federal e da estratégia de cada empresa.

De acordo com o mercado, medicamentos com maior concorrência podem ter reajuste próximo ao teto de 3,81%. Já os de concorrência intermediária devem subir até 2,47%, enquanto os de menor concorrência podem ter alta de até 1,13%.

Pela legislação vigente, alguns produtos, como fitoterápicos, homeopáticos e medicamentos isentos de prescrição com alta concorrência, não seguem obrigatoriamente essa regra anual de reajuste.

A resolução oficial com os novos índices deve ser publicada até esta terça-feira (31).