Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Queda de energia afeta circulação de todos os ramais de trem no Rio
Rio de Janeiro
Queda de energia afeta circulação de todos os ramais de trem no Rio
Virginia Fonseca deixa posto de rainha de bateria da Grande Rio
Carnaval
Virginia Fonseca deixa posto de rainha de bateria da Grande Rio
Barcas adiam restrição a patinetes e ciclomotores após confusão nas estações
Estado
Barcas adiam restrição a patinetes e ciclomotores após confusão nas estações
Assaí abre cerca de 340 vagas de emprego em cidades do Rio de Janeiro
Empregos
Assaí abre cerca de 340 vagas de emprego em cidades do Rio de Janeiro
Fachin defende sigilo de fonte e anuncia análise de decisão de Moraes pelo plenário do STF
Brasil
Fachin defende sigilo de fonte e anuncia análise de decisão de Moraes pelo plenário do STF
TV Globinho está de volta em edição especial do Criança Esperança
Entretenimento
TV Globinho está de volta em edição especial do Criança Esperança
TRE-RJ inicia plantão especial para as Eleições 2026
Política
TRE-RJ inicia plantão especial para as Eleições 2026
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

AGU pede ao STF manutenção das atuais regras dos royalties do petróleo

Governo federal alerta para impacto bilionário e risco fiscal em estados produtores, como o Rio de Janeiro

Siga-nos no

Foto: Reprodução

A Advocacia-Geral da União pediu ao Supremo Tribunal Federal a manutenção do atual modelo de distribuição dos royalties do petróleo no país. O posicionamento foi apresentado às vésperas do julgamento que pode redefinir a divisão desses recursos entre estados produtores e não produtores.

No documento enviado ao STF, a AGU argumenta que a lei aprovada em 2012, que ampliou a partilha dos royalties para estados e municípios não produtores, é inconstitucional e pode causar forte impacto financeiro nas regiões responsáveis pela exploração de petróleo e gás.

Segundo o órgão, estados como o Rio de Janeiro seriam os mais afetados por uma eventual mudança nas regras. Dados da ANP apontam que o estado concentra cerca de 88% da produção nacional de petróleo e 77% da extração de gás natural.

A disputa envolve uma lei que alterou os critérios de distribuição dos royalties e das participações especiais do setor petrolífero. A norma está suspensa desde 2013 por decisão liminar da ministra Cármen Lúcia e agora será analisada pelo plenário da Corte.

A AGU defende que uma aplicação retroativa das novas regras violaria o princípio da segurança jurídica, já que os repasses seguem o modelo atual há mais de dez anos.

Estimativas apresentadas pela ANP indicam que estados produtores poderiam ter que devolver bilhões de reais caso a redistribuição seja validada com efeitos retroativos. Somente o Rio de Janeiro poderia perder cerca de R$ 21 bilhões por ano em arrecadação.

Como alternativa, a AGU propôs que, se o STF considerar válida a nova divisão dos royalties, as mudanças sejam aplicadas apenas aos contratos futuros, evitando impactos imediatos nas finanças de estados e municípios produtores.