A Justiça decidiu manter o contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, em um presídio federal de segurança máxima, em Brasília. A medida atende a um pedido do Ministério Público do Rio de Janeiro, por meio do Gaeco, grupo especializado no combate ao crime organizado.
Preso desde fevereiro, Adilsinho já estava no sistema penitenciário federal por decisão da Justiça Federal. Agora, a 1ª Vara Criminal da Capital determinou a permanência dele fora do sistema prisional estadual.
Segundo o Ministério Público, Adilsinho é apontado como uma das principais lideranças de uma organização criminosa ligada ao jogo do bicho, ao comércio ilegal de cigarros e a crimes violentos no estado.
As investigações indicam envolvimento do grupo em homicídios e em disputas relacionadas à máfia do cigarro. Contra o investigado, existem mandados de prisão por crimes como homicídio e associação criminosa.
A Justiça considerou que a transferência para um presídio federal é necessária para evitar interferências nas investigações e garantir a segurança do processo.
Entre os crimes atribuídos ao contraventor estão os assassinatos do inspetor penal Bruno Kilier da Conceição Fernandes, em 2023, e do advogado Rodrigo Marinho Crespo, morto no Centro do Rio em 2024.
A defesa de Adilsinho ainda não se pronunciou sobre a decisão.
*Informações O Dia










