Autoridades de saúde de vários países estão tentando localizar passageiros e tripulantes de um navio de cruzeiro após um surto de hantavírus registrado a bordo do MV Hondius. O objetivo é evitar novos casos da doença e monitorar pessoas que tiveram contato próximo com os infectados.
Até agora, três pessoas morreram: um casal da Holanda e um homem alemão. Além disso, outros oito casos suspeitos estão sendo investigados, segundo a Organização Mundial da Saúde.
O navio fez uma parada na ilha de Santa Helena, no Atlântico Sul, no dia 24 de abril. Todos os passageiros que desembarcaram no local já foram contatados pela empresa responsável pelo cruzeiro. Entre eles, havia pessoas de pelo menos 12 nacionalidades.
O hantavírus costuma ser transmitido por roedores, mas especialistas alertam que, em casos raros, também pode ocorrer transmissão entre pessoas. Apesar disso, autoridades internacionais reforçam que o risco de contágio ainda é considerado baixo.
Nos Estados Unidos, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças acompanha o caso. Na Geórgia, dois moradores que estiveram no navio estão sendo monitorados, mesmo sem apresentar sintomas.
A empresa responsável pelo cruzeiro informou que tenta identificar todos os passageiros e tripulantes que passaram pelo navio desde março para ampliar o rastreamento e o monitoramento dos contatos.










