Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Eleitor que não votou no primeiro turno tem até 3 de dezembro para justificar ausência
Brasil
Eleitor que não votou no primeiro turno tem até 3 de dezembro para justificar ausência
Bolsonaro pede a Moraes autorização para receber visita de Flávio
Brasil
Bolsonaro pede a Moraes autorização para receber visita de Flávio
Transporte escolar passa a circular nas faixas do BRS no Rio
Rio de Janeiro
Transporte escolar passa a circular nas faixas do BRS no Rio
Caiado deve oficializar apoio a Flávio Bolsonaro em evento em Goiânia
Política
Caiado deve oficializar apoio a Flávio Bolsonaro em evento em Goiânia
Antiga Gama Filho vai ganhar complexo do Sesc com teatro, piscina olímpica e centro esportivo
Rio de Janeiro
Antiga Gama Filho vai ganhar complexo do Sesc com teatro, piscina olímpica e centro esportivo
Cadeiras da Alerj ainda estão em disputa e decisões judiciais podem alterar resultado da eleição
Política
Cadeiras da Alerj ainda estão em disputa e decisões judiciais podem alterar resultado da eleição
TSE pede manifestação da Procuradoria sobre desistência de Garotinho e decisão pode definir eleição no Rio
Política
TSE pede manifestação da Procuradoria sobre desistência de Garotinho e decisão pode definir eleição no Rio
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Infecções respiratórias acendem alerta no Rio; higiene das mãos segue essencial

Dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde, mostram que o estado já contabilizou mais de 12 mil óbitos

Siga-nos no

Foto: Reprodução

O número de mortes causadas por influenza e pneumonia segue elevado no Rio de Janeiro. Dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde, mostram que o estado já contabilizou mais de 12 mil óbitos por essas doenças em 2025. No mesmo período, outras 172 mortes foram associadas à covid-19.

Em todo o país, o cenário também preocupa. Mais de 105 mil pessoas morreram por influenza e pneumonia neste ano, enquanto os casos fatais ligados ao coronavírus chegaram a 2.550.

Os dados reforçam um alerta frequente nas unidades de saúde: a higienização correta das mãos continua sendo uma das formas mais simples e eficientes de evitar a transmissão de doenças.

A falta desse cuidado favorece a circulação de vírus e bactérias responsáveis não só por gripe e pneumonia, mas também por doenças como conjuntivite, hepatite A e catapora. Segundo a infectologista Cláudia Vidal, consultora da Organização Nacional de Acreditação, lavar as mãos adequadamente pode reduzir em até 40% o risco de infecções.

Outro desafio enfrentado pelos hospitais são as chamadas Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde, conhecidas como IRAS. Apesar de muitas serem evitáveis, elas ainda atingem milhares de pacientes, principalmente em setores de alta complexidade, como as UTIs.

A Organização Mundial da Saúde estima que até 30% dos pacientes internados em unidades de terapia intensiva podem desenvolver esse tipo de infecção. Em países de baixa e média renda, até 15 em cada 100 pacientes hospitalizados acabam contaminados.

No Brasil, indicadores da Anvisa apontam melhora em alguns índices, mas o risco segue elevado. As infecções de corrente sanguínea continuam concentradas nas UTIs, principalmente entre recém-nascidos e pacientes que utilizam cateteres e ventilação mecânica.

Além dos impactos na saúde, essas infecções aumentam os custos hospitalares. Pacientes infectados podem gerar despesas até 55% maiores para o sistema de saúde.

Especialistas também chamam atenção para o uso inadequado de antibióticos, que favorece a resistência bacteriana e dificulta os tratamentos. A OMS alerta que infecções resistentes a medicamentos podem provocar até 10 milhões de mortes por ano no mundo até 2050.

Para a infectologista Cláudia Vidal, reforçar medidas de prevenção, especialmente a higiene correta das mãos, continua sendo essencial para proteger pacientes e salvar vidas.