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Mais de mil profissionais da saúde sofreram violência nos hospitais desde 2018

Casos motivaram o Cremerj a exigir medidas como criação de botão de pânico e rotas de fuga em hospitais

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reprodução

A agressão contra médicos durante o atendimento a pacientes tem se tornado uma rotina silenciosa nos hospitais e unidades de saúde do Rio de Janeiro. Um levantamento do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj) aponta que quase mil profissionais sofreram algum tipo de violência no estado desde 2018.

Os registros foram feitos por meio do Portal Defesa Médica, plataforma criada para receber denúncias de ataques contra profissionais da saúde. Segundo o levantamento, as mulheres são as principais vítimas.

Entre 2018 e 2025, foram contabilizados:

89 agressões físicas, sendo 60 contra mulheres;
459 agressões verbais, das quais 297 tiveram médicas como vítimas;
208 casos de assédio moral, sendo 121 contra mulheres.

Os casos motivaram a criação de uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que estabelece normas de segurança para ambientes hospitalares.

Entre as medidas previstas estão a criação de rotas de fuga; espaços de refúgio para profissionais; instalação de botão de pânico nas unidades.