Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Alerj afasta Thiago Rangel após decisão do STF e exonera equipe de gabinete
Política
Alerj afasta Thiago Rangel após decisão do STF e exonera equipe de gabinete
PF realiza operação contra quadrilha especializada em roubo de cargas dos Correios no Rio
Rio de Janeiro
PF realiza operação contra quadrilha especializada em roubo de cargas dos Correios no Rio
Rio tem 2º maior número de mortes por ondas de calor no país, aponta debate na Alerj
Política
Rio tem 2º maior número de mortes por ondas de calor no país, aponta debate na Alerj
Força Municipal prende irmã de traficante ligado ao Comando Vermelho no Centro do Rio
Rio de Janeiro
Força Municipal prende irmã de traficante ligado ao Comando Vermelho no Centro do Rio
Família procura barbeiro desaparecido há mais de duas semanas na Zona Norte do Rio
Rio de Janeiro
Família procura barbeiro desaparecido há mais de duas semanas na Zona Norte do Rio
Alunos da Faetec desenvolvem maca controlada por voz e vão representar o Brasil em feira internacional
Rio de Janeiro
Alunos da Faetec desenvolvem maca controlada por voz e vão representar o Brasil em feira internacional
Guapimirim celebra a Pedra do Sino com abertura inédita da Temporada de Montanhismo
Baixada Fluminense
Guapimirim celebra a Pedra do Sino com abertura inédita da Temporada de Montanhismo
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

PF amplia investigação sobre BRB e Banco Master e cita 12 nomes

A auditoria identificou suspeitas em operações de aumento de capital realizadas entre 2024 e 2025

Siga-nos no

Reprodução

A Polícia Federal ampliou as investigações sobre uma suposta gestão fraudulenta no Banco de Brasília (BRB) e passou a incluir 12 pessoas no inquérito. Os investigados teriam ligação com operações realizadas entre o BRB e o Banco Master.

Entre os citados estão funcionários e ex-integrantes da diretoria do banco público, que participaram do grupo responsável por avaliar a tentativa de aquisição do Banco Master e também por operações de compra de carteiras de crédito da instituição comandada por Daniel Vorcaro.

Os nomes foram identificados em auditoria conduzida pelo escritório Machado Meyer em parceria com a consultoria Kroll. O relatório final foi entregue pela atual direção do BRB à Polícia Federal em abril.

A primeira fase da auditoria, concluída em janeiro, deu origem ao inquérito que resultou na prisão do ex-presidente do banco, Paulo Henrique Costa, no mês passado.

De acordo com as investigações, ele é suspeito de ter recebido propina em forma de imóveis de luxo, avaliados em cerca de R$ 146 milhões, em troca de facilitar negócios com o Banco Master. A PF também apura se membros da diretoria teriam emitido pareceres favoráveis às operações mediante vantagens indevidas.

Em nota, o BRB informou que pode abrir processos administrativos disciplinares para apurar eventuais irregularidades funcionais de empregados e ex-dirigentes. O banco afirmou ainda que adotará medidas para esclarecer os fatos e não descarta ações de reparação civil em caso de prejuízos à instituição.

A auditoria identificou suspeitas em operações de aumento de capital realizadas entre 2024 e 2025, que teriam sido estruturadas para viabilizar a compra de carteiras de crédito do Banco Master classificadas como ativos problemáticos.

O relatório também aponta o uso de fundos de investimento, empresas e intermediários para dificultar o rastreamento das transações por órgãos reguladores. Segundo os auditores, houve aquisições sucessivas de carteiras sem análise adequada de risco, além de inconsistências de lastro e altos índices de inadimplência.

As operações teriam gerado impacto significativo nas contas do BRB, que hoje enfrenta problemas de liquidez e descumprimento de regras prudenciais do sistema financeiro. A atual gestão busca uma solução para capitalizar o banco em R$ 8,8 bilhões até o fim deste mês.

De acordo com a investigação, a compra de carteiras do Banco Master pelo BRB chegou a R$ 12,2 bilhões. Parte desses ativos teria sido posteriormente substituída por outros créditos do próprio Master, em operações também sem avaliação adequada, o que resultaria em um prejuízo estimado em R$ 6 bilhões.

Até o momento, não houve manifestação dos investigados.