Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Palácio Tiradentes pode se tornar patrimônio imaterial do Estado do Rio
Cultura
Palácio Tiradentes pode se tornar patrimônio imaterial do Estado do Rio
Polícia prende suspeito de envolvimento em estupro coletivo de adolescente em Meriti
Baixada Fluminense
Polícia prende suspeito de envolvimento em estupro coletivo de adolescente em Meriti
Terminal Gentileza terá feira com mais de 350 vagas de emprego e estágio no Rio
Empregos
Terminal Gentileza terá feira com mais de 350 vagas de emprego e estágio no Rio
Almoço no Rio pode custar quase três vezes mais dependendo do bairro, aponta pesquisa
Rio de Janeiro
Almoço no Rio pode custar quase três vezes mais dependendo do bairro, aponta pesquisa
Alerj afasta Thiago Rangel após decisão do STF e exonera equipe de gabinete
Política
Alerj afasta Thiago Rangel após decisão do STF e exonera equipe de gabinete
PF realiza operação contra quadrilha especializada em roubo de cargas dos Correios no Rio
Rio de Janeiro
PF realiza operação contra quadrilha especializada em roubo de cargas dos Correios no Rio
Rio tem 2º maior número de mortes por ondas de calor no país, aponta debate na Alerj
Política
Rio tem 2º maior número de mortes por ondas de calor no país, aponta debate na Alerj
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Presidente do STM reage a críticas e denuncia ataques misóginos de ministro

Maria Elizabeth Rocha defende pedido de perdão por omissões da Justiça Militar durante a ditadura

Siga-nos no

Reprodução

A presidente do Superior Tribunal Militar (STM), ministra Maria Elizabeth Rocha, rebateu nesta terça-feira (4) as críticas feitas pelo ministro Carlos Augusto Amaral Oliveira, classificando-as como misóginas e desrespeitosas. O episódio ocorreu após ela pedir perdão, em um ato público, pelos erros e omissões da Justiça Militar durante a ditadura.

Em discurso no plenário, Maria Elizabeth afirmou que a divergência de ideias é legítima, mas que o “tom paternalista e misógino” usado por Carlos Augusto ultrapassou os limites do respeito institucional. Segundo a ministra, a fala do colega representa um ataque não apenas a ela, mas a toda a magistratura feminina.

A controvérsia começou após a ministra participar de um ato em homenagem aos 50 anos do assassinato de Vladimir Herzog, quando, em nome do tribunal, pediu perdão pelas falhas históricas da Justiça Militar. O ministro, em resposta, afirmou que ela “precisa estudar mais a história do STM” e que não falou em nome do colegiado.

Durante a sessão desta terça, Maria Elizabeth esclareceu que o gesto de perdão foi um ato simbólico e de responsabilidade pública, sem conotação política. “O pedido não revisou o passado com intuito de humilhação, mas de aprendizado institucional, para que erros semelhantes não se repitam”, disse.

Maria Elizabeth Rocha foi a primeira mulher nomeada ao STM, em 2007, e segue como uma das principais vozes civis da corte. A ministra reforçou seu compromisso com o diálogo e com o reconhecimento histórico, destacando a importância de manter o debate público com respeito e igualdade.