Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Lula zera a ‘Taxa das Blusinhas’
Política
Lula zera a ‘Taxa das Blusinhas’
Irmã do líder do tráfico na Lapa é presa no Centro do Rio
Estado
Irmã do líder do tráfico na Lapa é presa no Centro do Rio
RJ:Começa a vacinação contra Covid com dose atualizada para idosos e gestantes
Rio de Janeiro
RJ:Começa a vacinação contra Covid com dose atualizada para idosos e gestantes
Senado aprova renovação automática da CNH para motoristas sem infrações
Brasil
Senado aprova renovação automática da CNH para motoristas sem infrações
Justiça Eleitoral abre cadastro para mesários voluntários nas eleições de 2026
Brasil
Justiça Eleitoral abre cadastro para mesários voluntários nas eleições de 2026
Prefeitura reorganiza comércio ambulante e melhora acesso ao Hospital Cardoso Fontes, em Jacarepaguá
Rio de Janeiro
Prefeitura reorganiza comércio ambulante e melhora acesso ao Hospital Cardoso Fontes, em Jacarepaguá
Mega-Sena terá pausa nos sorteios para concurso especial de 30 anos com prêmio de R$ 150 milhões
Brasil
Mega-Sena terá pausa nos sorteios para concurso especial de 30 anos com prêmio de R$ 150 milhões
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Rio de Janeiro institui banco de DNA para investigações e busca por desaparecidos

Nova lei garante sigilo dos dados e integração com sistema nacional de perfis genéticos

Siga-nos no

Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

O Rio de Janeiro vai passar a usar um banco de DNA para ajudar em investigações policiais e na identificação de pessoas desaparecidas. A medida foi sancionada pelo governador Cláudio Castro nesta sexta-feira (20).

Na prática, o sistema vai armazenar perfis genéticos que poderão ser usados pela polícia em casos criminais ou para ajudar famílias que procuram parentes desaparecidos. Esse banco de dados também será integrado ao sistema nacional, seguindo regras do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

A lei define que o DNA poderá ser coletado em três situações: de pessoas condenadas por crimes graves, por decisão da Justiça ou de forma voluntária, quando familiares de desaparecidos quiserem contribuir com as buscas.

As informações serão mantidas em sigilo e com acesso restrito. Dados que revelem características físicas ou comportamentais não poderão ser divulgados — apenas informações genéticas básicas e o sexo biológico serão registrados.

A legislação também prevê que os dados poderão ser corrigidos ou excluídos em casos como absolvição ou erro. Todo o sistema deverá seguir as regras da Lei Geral de Proteção de Dados, garantindo a segurança e a privacidade das informações.