Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Exposição na Câmara do Rio retrata crescimento urbano ao longo de duas décadas
Rio de Janeiro
Exposição na Câmara do Rio retrata crescimento urbano ao longo de duas décadas
Defesa de Carla Zambelli recorre à Justiça italiana contra extradição
Geral
Defesa de Carla Zambelli recorre à Justiça italiana contra extradição
Justiça mantém presa irmã acusada de mandar matar mestre de capoeira em Niterói
Niterói
Justiça mantém presa irmã acusada de mandar matar mestre de capoeira em Niterói
Operação contra furto de cobre já apreende 300 toneladas e soma mais de 270 prisões
Estado
Operação contra furto de cobre já apreende 300 toneladas e soma mais de 270 prisões
‘Gato gigante’ toma conta da Praça Mauá e incentiva adoção de animais
Rio de Janeiro
‘Gato gigante’ toma conta da Praça Mauá e incentiva adoção de animais
Gilmar Mendes vota contra lei que proíbe cotas raciais em Santa Catarina
Brasil
Gilmar Mendes vota contra lei que proíbe cotas raciais em Santa Catarina
Projeto “Bienal nas Escolas” leva autores e incentiva leitura na rede municipal do Rio
Rio de Janeiro
Projeto “Bienal nas Escolas” leva autores e incentiva leitura na rede municipal do Rio

Vitoria contra o Guaraní deixa “gostinho de quero mais” para o Botafogo

Siga-nos no

O Botafogo venceu o Guaraní-PAR pro 2 a 1 na noite desta quarta-feira e saiu em vantagem por uma vaga nas quartas de final da Copa Sul-Americana – a vaga será decidida no Defensores Del Chaco na semana que vem. Mesmo com o resultado positivo, ficou a sensação de que a equipe comandada por Bruno Lage poderia ter conquistado algo ainda melhor e, quem sabe, até encaminhado a classificação.

O Guaraní abriu o placar bem cedo. Ainda aos três minutos, os paraguaios acharam uma jogada de velocidade e Romeo Benítez marcou.

A desvantagem não fez o Botafogo tirar o pé do acelerador, mas a equipe ficou mais ansiosa. O time chegava ao terço final até com certa facilidade, passando pelo sistema defensivo do Guaraní por meio de lançamentos longos e passes em profundidade, mas o acabamento – seja no último toque ou na finalização – era bem ruim.

Seja por uma forma de desespero, o Alvinegro já começou a apelar para cruzamentos e chuveirinhos na área já na reta final do primeiro tempo, fugindo da característica de toque de bola e explorar espaços. O resultado? Um time que pouco agrediu e que, quando chegava dentro da área, finalizava com pouca qualidade.

Tudo mudou no segundo tempo com as substituições feitas por Bruno Lage. Tiquinho Soares e Matías Segovia deram uma cara nova ao ataque do Botafogo. O camisa 9 foi importante por fazer a bola continuar no chão em momentos que foram de ansiedade na etapa inicial, enquanto o paraguaio foi chave para quebrar a linha baixa do Guaraní.

As chances começaram a aparecer por atacado: Eduardo de bicicleta, cabeçada de Tiquinho, Marlon Freitas acertando a trave, cruzamentos de Segovinha… Mas foi em um improvável chute de Hugo, que acertou uma finalização de rara felicidade de fora da área, que o time buscou o empate.

Os últimos minutos foram com o Botafogo ainda mais em cima do gol adversário. Júnior Santos, na primeira vez em que saiu da esquerda para a direita, confundiu a defesa, recebeu com liberdade e sofreu pênalti. Tiquinho converteu e garantiu a virada.

O 2 a 1 precisa ser comemorado, é claro. Afinal de contas, foi a primeira virada do ano e o time conseguiu vantagem em jogo eliminatório. Mas, por tudo que foi criado, a sensação deixada é a de que a equipe de Bruno Lage poderia ter feito mais um ou dois gols, no mínimo. Dos males, o menor.