Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
MPRJ ordena suspensão de obras na via Dutra para evitar desastre por enchentes na Baixada
Estado
MPRJ ordena suspensão de obras na via Dutra para evitar desastre por enchentes na Baixada
Semana de feriado duplo no Rio: o que abre e o que fecha entre Tiradentes e São Jorge
Rio de Janeiro
Semana de feriado duplo no Rio: o que abre e o que fecha entre Tiradentes e São Jorge
Receita Federal lança “Cashback”: 4 milhões de brasileiros terão restituição automática
Brasil
Receita Federal lança “Cashback”: 4 milhões de brasileiros terão restituição automática
Rio planeja ‘Supersemana de Arte’ em setembro para atrair holofotes globais
Rio de Janeiro
Rio planeja ‘Supersemana de Arte’ em setembro para atrair holofotes globais
Galeão projeta feriadão com mais de meio milhão de passageiros
Rio de Janeiro
Galeão projeta feriadão com mais de meio milhão de passageiros
Pré-candidato ao governo, Paes visita programa de segurança em Duque de Caxias
Política
Pré-candidato ao governo, Paes visita programa de segurança em Duque de Caxias
Usuários de veículos elétricos protestam em Copacabana neste domingo (19) contra decreto da Prefeitura do Rio
Rio de Janeiro
Usuários de veículos elétricos protestam em Copacabana neste domingo (19) contra decreto da Prefeitura do Rio

Zanin vota por eleição direta e abre hipótese de novo governador ser eleito apenas em outubro

Ministro foi o segundo a votar no STF no julgamento que vai decidir como será a eleição para escolha do governador

Siga-nos no

Reprodução STF

O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou por eleição direta para a escolha do governador do Rio de Janeiro para o mandato-tampão. O ministro manteve os termos da liminar que ele concedeu em 27 de março e que suspendeu a eleição indireta para o cargo que havia sido aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

O STF está julgando nesta nesta quarta-feira (8) duas ações que vão decidir como será a eleição que escolherá o governador que comandará o estado até a posse do sucessor, em 2027.

Zanin também votou por considerar inconstitucional trecho da  Lei Complementar estadual 229/2026, sancionada no dia 11 de março pelo então governador Cláudio Castro (PL), por invadir a competência privativa da União para legislar sobre Direito Eleitoral. “O estado do Rio não poderia legislar em casos de dupla vacância por questões eleitorais”, disse ele.

No momento, o placar do julgamento está em 1 a 0. Agora, quem vota sobre o caso é o ministro Luiz Fux. Em seguida, a discussão deve ser suspensa e retomada nesta quinta-feira, com o voto do ministro Flávio Dino.

A polêmica ocorreu por causa da renúncia do então governador Cláudio Castro (PL), em 23 de março, um dia antes de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassar o seu mandato e considerar ele inelegível por oito anos no processo que ficou conhecido como Caso Ceperj.

Para o ministro Zanin, o fato da renúncia ter ocorrido na véspera do julgamento, já com voto pela cassação do mandato, não pode afastar as consequências jurídicas e eleitorais da ação fraudulenta que foram reconhecidas pelo TSE. “A renúncia do governador Cláudio Castro ocorrida na véspera do julgamento não tem o condão de afastar os aspectos eleitorais que levaram à vacância dupla no governo do Rio de Janeiro”, afirmou ele.

Entre os principais pontos em análise pelo STF está a definição do modelo de votação: se direta, com participação da população, ou indireta, feita por deputados estaduais.